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quinta-feira, 31 de outubro de 2013

Amor

Amor

O amanhã está nas mãos da luz, o meu tempo está nas Tuas mãos… Por isso vivo intensamente cada reflexo da Tua luz. Por favor deixa-me olhar-te só mais um pouco…


José Alberto Sá

Aqui estou

Aqui estou

Perante a luz… Estou certo de que nem a morte, nem o medo nos separará do amor a Deus… Ele é a imensa luz que me trás aqui…


José Alberto Sá

A tua voz

A tua voz

Sinto a luz da tua voz… Ela sacia-me, enriquece-me a alma e completa-me continuamente… Assim me despertas o ouvido… Oiço para te sentir.


José Alberto Sá

Fada ou bruxa... Felina

Fada ou bruxa… Felina

Vi-te de garras afiadas… Felina
Na ilusão de quem me poderia morder
E eu, o monstro devorado pelo ciúme
Senti-te trepar por mim acima
Num cruel e apertado abraço, pensei…
Que me irias comer
E sem fugir, me deixei devorar pelo teu lume

… Bruxinha

Sorriste para mostrar os dentes afiados
Eram mármore e brilhantes
Nas tuas mãos, rasgada camisa,
sem queixume
Botões no chão e corpos deitados
Que fervor… Senti na pele o ciúme
Aos olhos da felina, minha amante

… Bruxinha

E tu… Bruxa felina lambeste-me a orelha
Acordaste o faminto, o sequioso
Com garras afiadas junto à verguilha
Mordeste a pele vermelha
Afiados dentes que salivavam o mimoso
E feita felina, deitada para devorar,
fizeste maravilha

… Bruxinha

Aí… Entregaste a doce entranha
Quiseste voar selvagem, embravecida
Bruxa de cabelos soltos e vassoura na mão
Audaz felina com vontade e manha
Doce fada de varinha de condão
A melhor felina embruxada,
que em luta ardente
Me foi apetecida
Por me devorar tão loucamente
… Bruxinha


José Alberto Sá

Senhor

Senhor

Se não sentes a luz em mim… Dá graças pelo derramar do amor em meus lábios… Amo-te mesmo assim.


José Alberto Sá

quarta-feira, 30 de outubro de 2013

Por ti

Por ti

Não me dou por vencido pela luz e pela voz, amo o brilho mesmo no chão… Grito por ti.


José Alberto Sá

Sou pecador

Sou pecador

Apago as transgressões, como apago aos meus olhos a névoa do mal, assim sinto que meus pecados fazem somente parte de mim… Porque te amo… Luz. Me vergo ao perdão.



José Alberto Sá

Meu dedo anelar

Meu dedo anelar

Este dedo que te aponta,
não tem medo
É um dedo, uma mão e um abraço
Este dedo…
Esta mão e este calor… É um laço
Uma luz que para ti se apronta

Uma luz, tua vida… Minha conta
Um e um, que são dois na minha soma
És perfeita e te guardo em meu olhar
Num baú, no coração, numa redoma

Este dedo que te aponta,
não tem medo
É um dedo que te chama para amar
Este dedo…
Esta mão e este beijo… É o enredo
da novela do meu gostar

Uma luz, teu sorriso… Teu carinho
Um e um, que são dois para contar
És tão pura e te guardo em meu caminho
Num baú, no coração, nosso amar

Este dedo que te aponta,
não tem medo
É um dedo que te leva e faz de conta
Que a vida é luz e paraíso…
A tudo me atrevo
Esta mão e este amor… Quer-te pronta
Na aliança de uma vida… Sabor a mel
É um dedo que te aponta
Este dedo que carrega o teu anel


José Alberto Sá

Peço-vos

Peço-vos

Revesti-vos de luz e amor, pois esse é o vínculo que vos oferece perfeição.


José Alberto Sá

Recebo-te

Recebo-te

A porta fechou-se para sempre!
Se não tiverem luz não adianta clamarem, jamais serão recebidos. Mas… Se a luz vos acompanhar, não será preciso bater, pois ela estará escancarada.


José Alberto Sá

terça-feira, 29 de outubro de 2013

Imagino-te

Imagino-te

Imagino-te na dor,
porque te sinto
Imaginada só para mim
Amor que amo imaginar
Amor que espreita sobre o mar
Nas ondas da imaginação do meu sim


José Alberto Sá

No meu banquinho, sei voar

No meu banquinho, sei voar


Deixai-me voar
Estou sentado!
De olhos fechados… Sim sentado!
Somente sinto o ar
O meu coração a pulsar
E tu…
Tu vens misturada nesse ar
Para te sentar a meu lado

Podes… Guardei um lugar para ti

Voa comigo… Senta-te
Fecha os olhos e sente
Vês? Não é o ar que sentes… Sou eu
Que sentado contigo voo no céu
Senta-te e voa,
o pulsar não mente
E o corpo sente

Podes… Guardei para ti este espaço

Podes… Eu fico na beirinha
Fecha os olhos…
E voa ao toque da minha mão
É bom sentir o vento… Palavra minha
Sinto que sorris… É bom voar
De mãos dadas… Sentados no mesmo lugar
Onde somente se ouve o pulsar

Podes… Voa…

Eu voo contigo… Não quero poisar
Este calor que nos bate na face
É bom de sentir de olhos fechados
Foram os meus lábios no voo para te beijar
Tive medo que o vento o beijo levasse
Quis que ficasse contigo
Sente mais além… Voa até ao depois
De olhos fechados… Sente comigo
Somos um pássaro… Num voo a dois


José Alberto Sá

Na vida

Na vida

Não existe inocente pela mão da vida, a luz acompanha cada um e cada um é culpado de não a aceitar.


José Alberto Sá

Acredita

Acredita

Não aceitar ou não acompanhar a nossa luz é namorar o escuro.


José Alberto Sá

Paz

Paz

Até nas lágrimas devemos acompanhar a luz, pois ela brilha intensamente em cada sofrimento e nos acalma.


José Alberto Sá

segunda-feira, 28 de outubro de 2013

Segue-a

Segue-a

A luz da vida nos acompanha sempre, até que se apagará eternamente no nosso mundo… Mas existe outra muito mais além… Segue-a


José Alberto Sá

O momento

O momento

A minha luz da qual tento ser claro não se explica, até a mim me surpreende, a sua intensidade é um segredo incontornável, ela está comigo muito para além do palpável, também ela é um momento.


José Alberto Sá

Pólos Unidos

Pólos unidos

Só porque te senti, perdi os sentidos
Imaginei um beijo,
somente o desejo
Estavas linda… Sempre assim te achei
Simples incolor, feita de amor sem lei
Perfumada com sorrisos coloridos

Mesmo por aí… Sorri

E ontem… Recebi o querer de hoje e amanhã
Imaginei palavras para ti, que nem eu sei
Estavas perfeita, faces vermelho maçã
Candura suave, voos de ave,
Pronta a deliciar o meu poema que recitei

Mesmo por aí… Te sinto pelo que vi

Abri meus braços, para te alcançar
Olhei o céu, na esperança de te ver
E ao regressar do sonho, senti-te falar
Estavas ali… Diante do coração a bater
Este que te deseja e te quer levar

Mesmo por aí… O teu sorriso eu li

E foi aí… Nesse preciso momento
Nesse olhar que me olhava… O teu
Que senti a tua perfeição e eu amo-te…
Há tanto tempo
Que ao sentir as tuas palavras de quem sou réu
Me senti teu alimento

Mesmo por aí… Eu te quero e senti

Que o amor, não tem fronteiras
Que a divisão que nos separa, já não existe
E por aí… Te deves sentir no meu jardim
Pois eu me sinto aqui… Num amor que resiste
Que sou eu para ti e tu para mim

Mesmo aí… Sempre aqui


José Alberto Sá

domingo, 27 de outubro de 2013

Serei

Serei

Serei a eternidade ao toque de quem quiser, cada raio de luz que perseguirem lembrai-vos de mim, também estou lá.


José Alberto Sá

Asas de luz

Asas de luz

Um dia terei asas como ela e voarei, um dia também serei um raio daquela luz.

José Alberto Sá


Assim te vejo

Assim te vejo

Tu… Não és a estrela, somente porque brilhas
Tu… Não és o perfume, somente porque és flor
És uma luz que reflecte maravilhas
E porque brilhas… Tu és amor

Meus braços abertos te esperam

Tu… Não és a essência, somente porque sorris
Tu… Não és a candura, somente porque me lês
És uma beldade, que tudo ao meu coração diz
E porque me falas, sou teu em tudo que vês

Meus braços abertos desesperam

Tu… Não és a paixão, somente porque te amo
Tu… Não és a loucura, somente porque te desejo
És a humidade que desliza sem qualquer engano
E porque és pura, és a doçura de um doce beijo

Meus braços abertos se comprometeram

Tu… Não és a mulher, somente porque és linda
Tu… Não és a luz, somente porque és o luar
És na verdade tudo que quero e mais ainda
E porque és tudo, eu sou tudo para te levar

Meus braços abertos em ti se envolveram

Meus braços abertos são os olhos do meu carinho
Meus braços abertos são abraços em ti querida
São quem te deseja mais um pouquinho
E abertos recebem a luz, que me chega de ti… Minha vida



José Alberto Sá

Sonho

Sonho

Até no sono a luz reflecte os seus raios em mim, vejo-os nos meus sonhos e quando acordo, sou invadido de alegria e vontade de vencer.


José Alberto Sá

Às escuras

Às escuras

Se te afogas em lágrimas e suspiras por algo que não sabes explicar, pega na luz e segue-a; se não o fizeres então continua chorando e suspirando às escuras.


José Alberto Sá

sexta-feira, 25 de outubro de 2013

Tua uva, meu vinho

Tua uva… Meu vinho

Quero repartir contigo os vagos,
do meu pensamento
Neste momento reparto tudo
e tudo é tão pouco
O que me escapa é tão bom…  É o vento
É o ar perfumado sem flores…
Um mundo louco

Não quero pensar sozinho
Quero sim… Pegar-te pelo pé
e beber-te delicadamente
Como se eu fosse feito de lábios,
que bebem do teu vinho
E aí repartir numa adega de corpos,
A nossa embriaguez docemente

Quero tanto mastigar as uvas
de tom escuro
Morde-las numa dança de língua continua
Repartir contigo cada vago que seguro
E ambos bebermos do néctar,
se o vinho fermenta na doce e nua

Não quero sentir sozinho o desequilíbrio,
o frio da parede
Quero sentir bagos unidos nesta partilha,
nesta humidade de um sim
Vinho que escorre de pelas pernas
e me fazem sede
Louca partilha embriagada
em uvas de cor carmim

Videira descascada … Sem parra
Em abraços sentidos no espremer
É dança, é o contorno do corpo… é farra
Tua uva… Meu vinho… Dois corpos, um ser


José Alberto Sá

Luz em nós

Luz em nós

É verdade, a minha luz também é vossa; se és como eu saberás do que falo; se não me entendes é porque não acompanhas a luz da vida.

José Alberto Sá


Do meu livro: “A luz que me acompanha”.

quinta-feira, 24 de outubro de 2013

Lá fora, dentro de mim

Lá fora, dentro de mim

A luz que deixo da parte de fora, ainda lá está, na esperança de que alguém perdido a agarre e a encha de riqueza.

José Alberto Sá

Do meu livro: “A luz que nos acompanha”.

A resposta

A resposta

É noite e o meu corpo entrega-se aos braços da minha luz, grito baixinho o seu nome e espero de volta o eco da minha luz.

José Alberto Sá


Do meu livro: “A luz que nos acompanha”.

Quero-te na luz

Quero-te na luz

Quero-te na minha mente luminosa

Sinto quase a morte pela tua ausência
Não encontro em lugar algum, o teu olhar
Sinto no sono a impaciência
Por não te sentir e te querer tocar

Vaidosa…

Sinto… Não sei se morte ou ciúme
E me embebedo como desgraçado
Não sei se na dor, eu te sinto faca… fino gume
Ou se a dor é vinho doce, ou vinho amargo

Teimosa…

Sinto quase o possuído desejo
O troféu deste meu mundo perdido
Por não encontrar nos meus lábios o teu beijo
Como também não sinto o sol comovido

Quero-te luz na minha mente airosa

Sinto quase a dor numa esfera fechada
Não encontro o astro rei no meu espaço
Sinto um céu escuro, cor trovoada
Por não te sentir apaixonada, em meu abraço

Menina copiosa

Sinto que o brilho te foge… Airosa
E me sinto aluado, por não te dar ternura
Um mundo que te sente como eu, Luz mimosa
Sentido pelo amor que te tenho… Linda e pura

Quero-te luz na minha mente ansiosa

Ó céu, a alma que me atormenta é ela
Não a encontro na luz dos meus braços
Sinto falta do seu sorriso na minha janela
Sinto que me foge ao nó dos meus laços

Flor frondosa

Que veneno é este que me cega as veias
Que procura incessante é esta… Que imensidão
Procuro encontrar no tempo, por entre teias
O dia de hoje que desejo de coração

Beldade esplendorosa

Diz-me tudo, tem piedade de mim
Fala-me de tua vontade e eu me confesso
Luz da minha vida… Meu jardim
Meu viver, meu prazer… vem, eu te peço

Quero-te luz na minha mente caprichosa


José Alberto Sá

União

União

A nossa união não foi por acaso, a minha luz ocupa todo o mundo, é uma luz impossível não ser tocada.

José Alberto Sá


Do meu livro: “A luz que nos acompanha”.

quarta-feira, 23 de outubro de 2013

Cores da idade

Cores da idade

São azuis os meus ares
São azuis os meus olhos
E os pesares…
Os anos que chegam… São aos molhos

São tantas as cores…

São cores de sabedoria
São prazeres conhecidos
São azuis ou vermelhos da euforia
São verdes ou amarelos, queixumes perdidos

São tantas as cores…

Deus me grita… Só Ele me conforta
Os estragos e as arrelias… O furor
Anos passados… Uma janela, uma porta
Felicidade, simplicidade, alegria… Amor

São tantas as cores…

São azuis as gotas do mar
São azuis as partículas do Céu
A paz que aprendi partilhar
A harmonia que me ensinaram e que sou eu

São tantas as cores…

Não sou o ser de asas ou espada em punho
Não sou o ser perfeito, somente vos falo
Sou o azul da caneta do meu rascunho
E a cor violeta da minha voz que não calo

São tantas as cores…

Que mais um ano passa… E continuo
Choro, sorrio ou me ausento da vontade
Sou de várias cores sem amuo
Sou da presente luz, da minha claridade

São tantas as cores…

São azuis os meses da minha idade
São azuis os dias com Jesus
São cores da minha liberdade
São anos e anos de luz

São tantas as cores…

Que não quero contar as que me fazem falta
O azul que me abraça, eu amo de coração
Não rejeito as cores da vida… O amor da malta
Os amigos coloridos, a quem dou a mão


José Alberto Sá

Obrigado Jesus por me deixar viver
Tento ser… Ser… Um bom ser… Para Vos ter


Obrigado a todos os meus amigos

terça-feira, 22 de outubro de 2013

Quando...

Quando apago a luz à injustiça.

Negarei para sempre as políticas do mundo, as injustiças não serão justificadas na luz da minha vida.

Do meu livro “A Luz que nos Acompanha”


José Alberto Sá

Um raio de luz

Um raio de luz

Não consigo perceber verdadeiramente o que vim cá fazer, ou melhor, o que vim cá fazer porque se torna tão difícil…

Do meu livro “A Luz que nos Acompanha”


José Alberto Sá

Amigos de luz


Amigos de luz

Tenho amigos de todas as qualidades, todos são iguais, na luz da vida alguns são diferentes.

Do meu livro “A Luz que nos Acompanha”


José Alberto Sá

segunda-feira, 21 de outubro de 2013

A única luz

Ser único é ser eu, atravesso oceanos de ideias, voo nos confins da mente, corro como um louco para o bem.

Do meu livro “A Luz que nos Acompanha”


José Alberto Sá

Boa noite

Boa noite

O amanhã espera por mim e eu seguirei atento levando a minha luz

Do meu livro “A Luz que nos Acompanha”


José Alberto Sá

Beijinhos/abraço

luz



Premeio-me com o olhar fixo na luz que me irradia, recebo-a e devolvo a energia contida em mim.

Do meu livro “A Luz que nos Acompanha”


José Alberto Sá

domingo, 20 de outubro de 2013

Ambos os corpos

Ambos os corpos

Ser um homem,
ser como outro qualquer
… Ser compreensível
… Em tudo possível
No amor de uma mulher

Ser um homem, na maldade se conter
… Ser resistível
… Ser um sensível
Ao amor se ele vier

E ser um homem, que tudo ama na vida
Ser a alma que deambula nas palavras
Sou um homem,
que reparte a comida
Ser a voz que vos grita pelas estradas
Ser a mão nas faces destroçadas

Ser um homem, pelas ruas dessa vida,
desse mundo
Nesse corpo que nos chama,
a ser um homem
Ser verdade, ser vontade,
ser profundo

Ser um ser, ser amor e ser carinho
Ser humildade, ser paixão,
ser como um ninho
… Ser um homem, ser a ave ou passarinho
Ser um homem, ser a luz,
ser coração

Isto é ser homem, é viver
Tu és homem
Eu sou homem
Tu és mulher

José Alberto Sá



sábado, 19 de outubro de 2013

Premeio-me com o olhar fixo na luz que me irradia, recebo-a e devolvo a energia contida em mim.

Do meu livro “A Luz que nos Acompanha”


José Alberto Sá

sexta-feira, 18 de outubro de 2013

Boa noite

Agora..

A minha luz é o meu momento, até que se apague...

José Alberto Sá

Boa noite...beijinhos/abraços

Do meu livro " A luz que nos acompanha"

Luz

Luz.

Senti vontade de escrever, ontem, hoje e...
Arreliado com a vida e por vezes agradecido, abraço a luz que me acompanha.

José Alberto Sá.

Do meu livro "A luz que nos acompanha"

Semente da amizade

Semente da amizade

Sempre que semeares uma semente, deseja que ela prospere.
Crescerá em amor, te dará carinho sempre que o merecer.

Assim se fazem amizades…


José Alberto Sá

Todo o ano

Todo o ano

Já é inverno, a chuva anda nervosa
Geme a nuvem carregada
O mar solta a onda, que vem caprichosa
A maresia espreita e tal como eu, não vê nada

Oh manhã que me levanta, sem luz do sol
Tarde de saudades, em florido prado
Dias solarengos em cantos de rouxinol
Noite de vento, serenatas de amor, loucuras do fado

Já é inverno, o frio não te deixa voltar
Quero ver-te vestida de branco neve
Com folhos de mil flores para cheirar
Perfume enevoado, o olhar que te persegue

Oh mimosa flor por quem choro
Tenho saudades do verão acolhedor
Cabelos soltos e corpo onde moro
Coração de luz, brilho nos olhos… Meu amor

Já é inverno, recolho-me na ternura
Quero sentir dentro de mim o teu azul perfume
Amo o céu da mesma cor, a tua textura
Menina tão pura, que neste frio é o meu lume

Oh claridade ausente, vem ter comigo
Mostra-me a luz do teu sentimento
Verás amor neste meu corpo de amigo
O verão que te ofereço como alimento

Já é inverno e mesmo assim não te esqueço
Já não interessa o tempo, evaporou-se a vaidade
Oh doce e ternurenta mulher, que a Deus peço
Vem ver o verão, neste inverno e serás a eternidade

Oh… Como te amo
Na primavera, no outono, no inverno… No verão
Todo o ano



José Alberto Sá

quinta-feira, 17 de outubro de 2013

Boa noite

Até amanhã

Meditação… É um momento de silêncio, para falar o coração.

Sinto-me no pulsar, olhos fechados… O amor em cada mão.

José Alberto Sá

Beijinhos/abraços

quarta-feira, 16 de outubro de 2013

Boa noite

Boa noite

Ao longo destes dias tenho pensado, num tempo que se chama hoje…
Hoje é o momento… Amanhã será?
Aproveitem…

José Alberto Sá


Beijinhos/abraços

Jamais

Jamais...

Jamais terei medo… Nada me separará do meu amor

Ele é infinitamente belo… Suave… Macio… Louvor

José Alberto Sá

Se canto... Me sinto

Se canto… Me sinto

Canta o som prisioneiro
Se grita a fome pelo pólen da flor
Se berra o timbre meu em cativeiro
Se te desnudo pela goela meu amor

Me sinto o sol se te espreito
Me sinto a lua se contigo me deito

Canta o ardor de um coração
Se pulsa a loucura na batida
Se quebra a luz em minha mão
Se te aceito no refrão desta cantiga

Me sinto o vento se te quero
Me sinto o tempo, quando desespero

Canta a bela, se no meu ombro sorri
Se abre o doce nos meus lençóis
Se levanta a cor, num vermelho de ti
Se te amo deitada e vejo girassóis

Me sinto luz se te ilumino
Me sinto em ti… Sendo eu menino

Canta a voz de um profano teimoso
Se te espero quando dormes querida
Se desejo o ninho em mel cremoso
Se te tenho comigo no aus da vida


Me sinto a sede na fonte nua
Me sinto teu, se a vontade é tua


José Alberto Sá

terça-feira, 15 de outubro de 2013

Uma noite de luz... Eu levo a minha

Uma noite de luz… Eu levo a minha

Para segurarem a luz de um sol de amor
Basta sorrir, amar e viver como vive uma flor

Segurar nas mãos a luz que nos foi oferecida
E levá-la com os amigos para toda a vida

José Alberto Sá


Beijinhos/abraços

No silêncio do amor

Poema dedicado aqueles que não ouvem... não falam... mas que sentem...

O meu beijinho e abraço


No silêncio do amor

Em gestos me prenuncio
Quero muito falar com o vosso amor
Na graça de um piscar de olhos, sem frio
Gestos da boca na entrega do vosso calor

Surdo ou mudo… É belo o brilho

Minhas mãos vos querem alegrar
Meu coração sente a terra quando fria
Nos sons silenciosos do vosso falar
E minha mente vos deseja alegria

Surdo ou mudo… É a luz de Deus

Não disfarço o meu olhar perante vós
Seres humanos de amor e carinho
A ternura é a poesia de mim… Da minha voz
Que vos ama no mesmo caminho

Surdo ou mudo… É a vontade da luz

Sinto nos vossos gestos as asas de uma ave
O meu coração saltita com vontade de vos ouvir
Meu olhar sente o frio de quem não sabe
Que o vosso coração também sabe sorrir

Surdo ou mudo… Viveis em Jesus

A vida é perfeita no voar do passarinho
O som que mesmo em silêncio vos fornece calor
É na razão da nossa árvore, um raminho
Um abraço meu, um beijinho e muito amor

Surdo ou mudo… Eu vos admiro
Pois sois vida, sois luz… Amor que respiro


José Alberto Sá

segunda-feira, 14 de outubro de 2013

A minha voz

A minha voz

Hoje soltei a solidão
Nem o sol, nem a lua
Hoje consenti a voz da razão
E soltei pela língua húmida, a bela e nua

A minha voz

Dei mil gemidos
Lavei de amor o ar
E a mente… Ai a mente dos meus sentidos
Quiseram voar

Voar na minha voz

Lembrei os olhos tentadores
Lembrei as mãos, aquele sorriso
Aquela boca suave, o respirar de amores
A sensação de um timbre que preciso

Preciso sentir na minha voz

Gritei ilusões, palavra ingrata… Mas bela
Pintei sonhos por entre flores
Recitei à janela
Cantei com minha voz, como fazem os cantores

A minha voz

Hoje atentei os meus lábios num enredo
Minha voz fulminante sorriu
Falou… Falou pela fúria do medo
E de novo surgiu

A minha voz

Hoje vos fala transparente
Hoje vos fala repleta de luz hilariante
Que bom é sentir a vida como ela é… Simplesmente
Perfeita na doce voz de um poema… Inebriante


José Alberto Sá 

domingo, 13 de outubro de 2013

Ó mar... De amor

Ó mar… De amor

Ó mar que não me entendes
Ó razão do meu navegar
São ondas, são ventos … São fontes
São braços de quem quer amar

Ó mar porque a ti me prendes
Ó espuma do meu salivar
São brisas, são maresias… São saudades
São verdades que grito ao luar

Ó mar que beijas a areia
Ó vento que aromatiza a lua
São perfumes, são fragrâncias… São essência
São distâncias de uma imaginação nua

Ó mar que espreita a duna
Ó gaivota que sonhas ser do céu
São pios, são mios… São gemidos
São loucuras de um amor que quer o teu

Ó mar que ama a varina
Ó grandeza deste meu mundo
São desejos, são paixão… São amor
São beijos, são carinho… São calor

Porque é neste mar…
Que me sinto amado
Porque é neste amar
Que me sinto apaixonado

Mar de amor…


José Alberto Sá