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quinta-feira, 30 de março de 2017

De ti

De ti

Não quero merecer o ódio de alguém, nem quero ser o bairro que se ergue nos embaraços de um mundo odioso.
Eu preciso de toda a gente! E ser em amor contagioso!
Não quero ser o escape ao sorriso, nem a contrapartida à tristeza e noites frias.
Eu preciso de amor todos os dias!
Não quero ser a derrota, das cartas sem trunfo, nem ser julgado pelo errado que não fiz
Eu preciso de viver, simplesmente da copa à raiz!
Não quero ser a existência de um ser fingido, não quero ser a consciência perdida, por encontrar nos outros a diferença.
Eu preciso de sentir, continuamente a presença!
Não quero ser conselheiro de uma razão que não tenho, nem ser amante de alguém que não sabe amar.
Eu preciso de alguém, de preferência humano, que saiba dar!
Não quero morrer namorado de uma espera, não quero amar e casar com a guerra.
Eu preciso abraçar e ser abraçado pelo vento… Quem me dera!
Não quero que o tempo conte em aflição, nem que as veias se preencham de sangue frio, sem coração.
Eu preciso de amor verdadeiro e compreensão!
Não quero ser egoísta por inteiro, não quero ser campeão de um jogo, nem ser uma vontade por aí.
Eu preciso e preciso muito… De ti!

José Alberto Sá

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