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quarta-feira, 22 de fevereiro de 2017

Maria! Maria!

Maria! Maria!

Maria eu te digo,
que nasceu o sentimento
e a verdade que diga,
neste mundo que é guitarra a trinar,
neste reino já sem tempo.
Se tenho razão em falar

Maria de um homem,
de um mundo de louca transgressão,
Maria da vida e do meu coração.
És o acontecimento,
de um ser que é ciumento,
da nossa luz e da escuridão.

Maria aparição,
tu que me apareceste e a mim vieste.
Maria do meu regaço,
Por quem tudo faço,
mesmo que seja tentação!

Maria! Maria!

Maria minha mão,
és candura em meu peito,
és amor e respeito, a grandeza de um irmão.
Maria singela, carne divina,
comigo és sina, és procura que promete,
vida sem preconceito,
mulher de arte com quem me deito.

Maria! Maria!

E nesta palavra escrita,
a ti mulher do pecado mortal
Maria de um céu azul celeste
Deste homem a quem tudo deste
Sou contigo na vida
e na morte sem igual


José Alberto Sá

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