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quinta-feira, 23 de fevereiro de 2017

Quando adivinho!

Quando adivinho!

Adivinhei-te e tive a compensação natural de um ser superior, por te ter adivinhado!
E tu adivinhaste-me na arte moderna, na simplicidade do ser vulgar e apaixonado! Estava eu a escrever naquela taberna, virada ao mar!
E no horizonte, que os meus olhos viam, sempre fui reparando no penetrar do sol, nas águas cristalinas e via-te fugir de mim!
E quando nascia o dia, sempre reparava no nascer do sol e lá vinhas tu novamente!
Adivinhei-te e tive a compensação, a origem do meu mundo, só contigo aprendi a sentir o sol, pois só tu brilhas e o fazes sentir colossal.
Adivinhei-te na terra, no céu, no mar e na serra. E sempre foste sol, na terra girassol, no mar o seu sal e na serra celestial.
E quando te adivinhei, abriram-se as portas, os anjos louvaram com novo canto e por baixo do manto, o céu se abriu e o sol sorriu… Eras tu!
E quando me adivinhas-te, as portas se fecharam, os anjos voaram, a terra nos uniu e o sol que aconteceu, era amor, eras tu, era eu!


José Alberto Sá

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