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sábado, 1 de outubro de 2016

Respeito-me

Respeito-me

Respeito-me a mim próprio! Tenho uma coleção imensa que se debate com a exatidão de tudo que penso e me sucede.
Respeito também os outros géneros, as outras tendências e até as outras coisas que não existem na minha consideração.
Não esqueço, nem ignoro a luta dos que não mudam ou mudam sem saber para onde!
Respeito o meu ser simples, por saber que não está ao alcance de todos!
Respeito esta minha terrível meta, a simplicidade, onde por vezes aos meus olhos, os homens sentem, calvário, teimosia, sacrifício, por não abdicarem daquilo que não desejam, mas fazem!
Respeito tudo e todos, até o amor que lhes tenho!
A simplicidade não se obtém, nasce connosco, tal como as palavras ditas, que não se enfeitam da poesia, elas já são completas na sua simplicidade, é só amarmos e dar-lhe o amor como significado.
Respeito os que tentam a humildade e somente exprimem ingenuidade.
Não é compaixão! É respeito que sinto por todos, e isto que digo é a paixão pela minha verdade.
Respeito-me a mim próprio e me vejo glorificado na terra, me vejo completo na paz, me vejo uma vantagem sem medo de falar, respeito o amor que dou e recebo.
Respeito o mundo, como respeito as areias do mar, que deslumbra estes meus olhos, que vos ama.
Só preciso de respeito, a gente precisa de respeito e os amigos que chegam e abraçam, são caravelas de um mar de amor.
Respeito tudo e todos, e os outros que não sabem… Navegar!


José Alberto Sá

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