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quarta-feira, 11 de março de 2015

Teu nome... Cereja.

Teu nome… Cereja.

Teu nome é Cereja, pelo paladar, pelo carinho, pelo perfume.
Teu nome é para quem beija, para sentir, para fluir e se diluir sem queixume.
Teu nome é o que a boca pronuncia, é amor, é verdade, é melodia…
Escuto teu nome como se fosses Maria, uma Rosa, uma Margarida para quem deseja ou simplesmente perfeição… Cereja.

Olho-te rosada em meu futuro, teu nome é quem me acalma, é poesia, é alma… Teu nome é quem me faz doer o chamamento…
Chamar e não te ter… Somente o vento…
Ouvir-te e não sentir… Somente o momento.
Amar-te e acordar noite dentro com teu nome atravessado na garganta!
Sonâmbulo dos meus lençóis, na macieza da manta.

Teu nome não o digo, o sono espreita pela estrada do perigo… E o teu nome o guardo em meu coração.
Teu nome é a corda vocal que te grita, a voz que te chama em meu silêncio…
Sozinho ou acompanhado, sou o ser apaixonado por ti… Olho-te Cereja neste mundo onde és o aperto no peito, teu nome o meu respeito, porque te amo desse jeito.

Teu nome é a distância entre o nevoeiro do nosso olhar, entre a nuvem que passa e continua a passar…
E nesse mundo de nome Cereja, sou o bolo que te espera… Para dialogar contigo… Tu no topo do meu bolo… Sentindo o prazer do castigo… O frenesim que nos levaria ao lambuzar mano a mano…
Teu nome o guardo comigo… Cereja… Assim te chamo…




José Alberto Sá

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