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quarta-feira, 12 de fevereiro de 2014

Onde vais?

Onde vais?

Não me abandones…
Quero deixar claro este pedido…
Nada mais peço…
Nada mais quero…
Nada mais me trás aqui em palavras que escrevo,
no caderno do meu coração.

Quero deixar claro o tempo em que tudo aconteceu…
Onde o nada existe…
Onde a razão persiste…
E tu….
Tu continuas perdida,
até ao dia em que fugirei de mim e te encontre.

Lembro os contornos da estrada,
se me vejo despido pela ausência de um corpo teu.
Teu é a voracidade dos meus desejos…
Teu é a leveza de cada lágrima minha,
que ao tombar no chão,
desmaia para que a ressuscites na tua volta.

Peço-te…
Não vás…

Como posso preencher o vazio,
se nada combina com a tua beleza.
És única e verdadeira,
és única e completa,
és única e pura…
És o complemento da vida que me espera…

Espero-te.

Quero deixar claro…
E que a escuridão não se faça pelo teu caminho…
Vem…
Estou aqui.
Claro…
Para ti… Um dia…


José Alberto Sá

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