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domingo, 16 de fevereiro de 2014

Devagar... Degrau a degrau

Devagar… Degrau a degrau

Se em cada degrau da vida
Não existissem obstáculos
Nada nos daria gozo
As dificuldades são a razão contida
Nas agruras da vida, como tentáculos
Na sucção do tempo e da medida

Por isso…
Caminho subindo devagar
Tentando não tropeçar
Nem divagar
Os degraus também servem para descer
E por vezes é rápido demais
Degraus fatais
Na pequenez cada ser

Parar também não…
Subir tem sempre uma razão
Ir mais além
Sonhar,
para se transitar
Pela luz que nos convém

Esses são os degraus que imagino
Sejam pedra, sejam terra ou de areia
São degraus que volta e meia
Me fazem sentir pequenino

Assim subo até que possa encontrar
Talvez…
Pedindo pouco de cada vez
A voz que me chama
Sejam de luz, de amor… Sejam de lama
São os degraus da chegada ou partida
Degraus que sem obstáculos, nada seriam
Nos valores da humanidade…
Aos que sabem subir,
com amor à vida
Amor ao subir degraus, pela verdade


José Alberto Sá

Foto de: José Alberto Sá.

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