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quarta-feira, 1 de janeiro de 2014

Talvez... Poeta...

Talvez… Poeta…

Não sou poeta
Mas sem querer…
Sou poeta
Sou um cantor do meu mar
Sou palavra
Sou farol que se deixa abraçar
Pela auréola do luar
E sem querer…
Sou amor do meu gostar
Ser poeta

E não sou poeta
Sou rebeldia
Sou noite… Sou dia
Mas sem querer…
Sou poeta
Sou o verso em movimento
Sou abraço
Sou sol… Chuva… Sou vento
Sou ritmo e crispação
Sou artista pelo que faço
Sou voz do mar
Sou oração
Sou abraço

E não sou poeta
Sou talento
Sou espuma… O segundo no tempo
Mas sem querer…
Sou poeta
Poeta pela voz de quem ama
Pelos que me escutam
Sou paz
Outros lutam
E alguém me chama…

E não sou poeta
Sou rico…
Cheio de amigos
Uma porta aberta
Se fico
Se sou humilde e natural
Mas sem querer…
Sou poeta
Sou desabafo
Que em palavras quero ser
Normal…

E não sou poeta
Mas sem querer…
A porta continua aberta
Para ser…


José Alberto Sá

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