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quarta-feira, 29 de agosto de 2012

Ciúme ou inveja


Ciúme ou inveja

Íngreme é o tempo
Em que uma voz nada diz
Tempo ou espaço
Uma voz levada no vento
Revolta… Cicatriz
Um tempo sem abraço
Olho as horas no relógio do sol
Espero…
Espero que o tempo me traga paz
Íngreme é a revolta
Em que a inveja nada traz
Espero…
Espero que a vida à nossa volta
Seja de amor
Seja de carinho
Pois é íngreme o tempo
De quem não gosta de viver
Sou a simplicidade de uma flor
Sou a vontade do nascer
Sou a mó do moinho
E espero ver o tempo acontecer
Aconteça o que meu corpo…
Merecer
Espero…
Mesmo no íngreme diabo
No tempo do fogo, do ciúme
Espero…
Como o alcoolizado, no último trago
Cambaleando no íngreme cume
O tempo de quem não ama
Espero…
Que minha uva dê vinho, Sangue de Cristo
Que o tempo íngreme só dê rama
Espero…
Num tempo em que existo

José Alberto Sá

1 comentário:

  1. Espero...que tudo de bom aconteça na aua vida.O Poeta mereçe.beijinhos

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