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quarta-feira, 23 de maio de 2012

Pacto não...


Pacto não…

Sangue…
Querias fazer um pacto
Saímos de mãos dadas pelo caminho florido
Mas de facto...
Um pacto pode ser algo sofrido
Uma jura ou mentira
Uma vontade que talvez…
Uma dádiva ou algo que me tira
O sangue da veia, a jura que não vês
Pacto até à morte
O infinito querer no futuro
Uma carta, azar ou sorte
Uma sina que atravessa ou não, o muro
Pacto de sangue, união
Jura ao sol, jura na lua
Palavras juradas, alguma razão
Em vontade vestida, por vezes nua
Nua de imaginação
Pobre pacto que não existe
Jurar é mentir, ornamentação
De uma vaidade que não resiste
A um mundo de ilusão
Pacto sem sentido
Pacto sem verdade
Sangue por se ter mentido
Então… Sangue não
A vida é simplicidade

José Alberto Sá

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