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sábado, 10 de dezembro de 2011

Olá


Olá


Olá... Dizia-te baixinho

Olá... Respondeste com carinho

Sorriso teu encantador

De um olá demolidor

Nada mais disseste

Nada me prometeste

E eu queria mais...

Mais olás da tua boca

Dessa tua vontade pouca

De um olá que me devora

Palavra simples,

a mim direcionada.

Palavra mimada,

sabor de amora.

Olá...

Tão fácil dizer

Água na boca me fez crescer

Da cede do teu amor

És um olá da mais linda flor

Na despedida pedi um beijo

Era meu desejo...

Não deixar para amanhã

Seria hoje, que sentiria

Teus lábios na minha face

Quanta alegria

Que fez com que reparasse

Na boca que disse olá


José Alberto Sá

2 comentários:

  1. desculpa, Alberto quando escreve isto "Da cede do teu amor" é mesmo ou será " da sede do teu amor"?

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    Respostas
    1. A cede do amor vem se a fonte der água fresca...então eu bebo sofregamente.

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