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sábado, 10 de dezembro de 2011

Ser de pedra


Ser de pedra


Eu não conhecia...

O porquê do silêncio

O porquê da ausência

E na minha inocência

Eu não sabia...

O porquê da distância

A chave perdida da tua porta

O porquê da intolerância

...

Se a pedra é coisa morta

...

Eu não sabia...

O porquê da ausente alegria

O porquê do olhar triste

Eu não sabia...

Nem lembrava mais,

o último dia que me sorriste

Eu não compreendia

Mas acreditava

Que a saudade que me devora

Tinha um porquê que amava

...

Porque uma pedra não chora

...

Eu não sabia...

Que teu ser arrefecia

Querendo eu o teu calor

Quero saber...

Se amiga queres ser

...

Ou uma pedra sem valor

Uma vida sem amor


José Alberto Sá

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