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segunda-feira, 12 de dezembro de 2011

Não sei...


Não sei...


Fui tão sincero

E não sei porquê...

Porque tudo que eu quero

Só o mundo vê

Contei minha vida

Não havia segredo

Mesmo assim não te tive querida

Tiveste medo

Sou homem... Só isso

E tu foste mulher... Meu feitiço

Num tempo de encantar

Num tempo que só te pedia

Para me amar

Amar... Somente...

Tocar-te certamente

Meu sol em desejo

Falar-te de contente

E sonhar-te num beijo

Fui tão sincero

Essência e um desespero

Pois não te conheci

E não sei porquê...

Que já não sinto

Vontades que sempre senti

E agora lê...

São para ti,

as letras que pinto


José Alberto Sá

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