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terça-feira, 29 de novembro de 2011

Luz silenciosa


Luz silenciosa


A vela acesa reluzia

Uma pequenina luz branca

Claridade divina

Uma voz silenciosa

Que me dizia

Que estavas deitada na manta

Num corpo que me fascina

Tom suave, pele fina

Cor-de-rosa.

Fiquei ali admirando

Sonhando quando a luz tremia

Teu corpo… Minha sangria

Eu ia devorando

Minha sede… Minha orgia

Podia sentir o sono aveludado

Sorrindo em lábios sedosos

Um respirar perfumado

Num corpo ondulado

Sedento da minha vontade

Cabelos viçosos

A minha vaidade

Dormias…

E tudo me dizias

No teu silenciar

E… Sem te tocar

Podia sentir o calor

Sentir o queimar do amor

Na luz branca

Do teu iluminar


José Alberto Sá

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