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domingo, 30 de outubro de 2011

Minha sede


Minha sede


Rios de amor

Correi em meu corpo

No labirinto das minhas veias


Tudo quero e tudo anseias


Desaguai no estuário

da minha vontade

Correntes de paixão

do meu imaginário


Pura verdade


Águas límpidas

como a sede do meu querer

Rios de vida

em meu coração

O meu ser


Gotas da nascente

da tua boca

Humidade que me rega

de água quente


Me lavo em ti... Somente

Menina que nada me nega


Pura água do rio

Sangue das minhas veias

Prendo-me a ti, num leve fio

Como aranha nas suas teias

Do rio ao mar

Do coração até ti... Querida

Linda e pura, sede de amar

Onde bebo de ti e minha boca

te sorri...


Gota da minha vida.


José Alberto Sá

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