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domingo, 11 de setembro de 2011

Sair do frio da vida


Sair do frio da vida


Libertei-me do gelo

Noite fria e triste

Minhas asas estavam pesadas

Esperei o degelo

Meu corpo resiste

Às asas cansadas.

Aguardo os raios de sol, meu calor

Meu gelo em água se transformará

O sol é amor

Ao nascer pela manhã

Não sei onde estive...

Não sei porque cá estou...

Talvez... Um pequeno declive

Agarrou-me e me levou

Passou a tempestade

O frio gélido da noite vazia

Onde nem estrelas havia

Mas brilhou minha vontade

Não caí sobre as pernas

Levantei-me e sacudi

As asas de minhas vontades eternas

E logo ali... Aqueci

Para continuar durante o dia

Amar o calor...

Viver em alegria

À luz de mais amor


José Alberto Sá

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