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segunda-feira, 8 de agosto de 2011

A espera


A espera

Quisera eu quantas vezes, mudar o texto
Quantas saudades de te ouvir novamente
Te escutar e abandonar o pretexto
De que não devo ser abstinente
Oiço continuamente a tua voz
O teu chamar, vibra meu coração
Momento terrível, momento atroz
De um recordar de grande emoção
Tempo de sorrisos em palavras de poesia
Tempo de conversa em tons suaves
Horas de improvisos em tua maresia
Tempo de uma vontade submersa,
mundo de entraves
Segundos sem respirar
Segundos de esperança
O teu amar…
A tua dança…
Beijar…
Saudade de tudo, sem nada
O nada que se gravou na minha mente
O vermelho do teu sorriso
A risada…
Somente…
A poesia da minha amada
A saudade ficou, na certeza de que um dia
A gente se amou
A saudade no refúgio da minha alegria
Não te consigo esquecer, a tua ausência me faz doer
Não existe acalmia, mas existe sempre mais um dia
No tempo que não pára continuo a ser…
Saudade do que não vi, mas que não cala
Continuas no meu querer
Fala…


José Alberto Sá

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