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segunda-feira, 18 de julho de 2011

A pena

A pena

Sim…a solidão ficou
Momentos parados, totalmente
Ânsia e dormência
Piorou
Sofri sozinho, tu não estavas
Tentei adormecer, não consegui.
Tudo amainou.
Tu não estavas!
Tudo parou, parou nos sentidos.
Queria-te ali…
Mas tu, não estavas.
Nenhum som
Nem os gemidos da solidão.
Tu não estavas!
Por instantes pensei,
que uma luz viesse.
Não errei…
Uma pena que voava apareceu
Do nada…
És tu? Perguntei.
Sim tu, que me aquece
E a pena perto de mim ficou!
Mas…tu não estavas!
Só a pena aromatizou
Um cheiro doce pairava
E…me aliviou
Na mentira que nunca falo
Tudo parou
A verdade prevaleceu
A pena que ficou
Me amou e aqueceu.
Adormeci…
A solidão já não morava
A pena que ficou
Era uma lágrima do nada
Minha pena, teu eu sou.

José Alberto Sá 

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