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segunda-feira, 6 de junho de 2011

O abraço

O abraço

De braços abertos queria abraçar
sentia o ar fresco que me sorria.
Aromas brilhantes…esplendor
Tudo me fazia amar…tudo era amor
e eu de braços abertos…queria
abraçar de prazer…uma flor.

Abraça-me…para que te sinta
para que te aconchegue no meu coração.
Abraços que dou ao mundo…como tinta,
das palavras escritas por minha mão.
Papel branco que preencho de vida
gastando a tinta em abraços de amizade
de braços abertos…te chamo querida
e com os olhos te abraço…paixão.

Desnudo-me em abraços para ti
abraços de loucura…imensa verdade.
Abraços nas prosas que enlouquecem
nos lindos abraços das tuas palavras…que li.
Apertos, que quero dar…me humedecem
quentes, apaixonados…abraços dados
A ti…querida vida…querida amiga.

São tantos abraços os meus…mimados
Que saem de dentro de mim, que sinto fundo.
Os teus? São abraços que faltam…tua fadiga.
De braços abertos…abraço meu mundo
de braços abertos, espero alcançar
de braços abertos, espero receber
O mundo é meu…por saber amar.
Em abraços que dou…meu agradecer.

Feliz eu sou, pela natureza que conheço
aprendi a abraçar…é minha lei
Com tantos abraços eu sonho…eu mereço
de braços abertos…o mundo abracei.
Foi o sentir, braços cruzados…bem apertados
Pedir para ouvir o teu bater…peito no peito
falar-te ao ouvido e sussurrar…de apaixonados
gravar no meu sentir o tal abraço, com que me deito
nos braços fechados com que sonhei.
De braços abertos pedi, que se unissem laços
como abraços de crianças…para nós
felicidade, paz e amor em mil abraços
em abraços cheios de mim…para vós.



José Alberto Sá

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