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quarta-feira, 12 de outubro de 2016

A vontade de um cérebro

A vontade de um cérebro

Não é pelo inocente que sinto perdido no monte mais alto, é pelo inocente que sinto abaixo do umbigo!
Somente quer viver para a loucura e amor, ao qual foi destinado.
O inocente invadiu o mundo! Gritam.
O inocente quer produzir! Sussurram.
O inocente é o sonho desde criança, vê-lo, senti-lo, tocá-lo, entregá-lo, receber, entreter, uni-lo, amá-lo, vesti-lo, desnudá-lo e muito mais…
E hoje é pelo inocente que sorrio. Sublinham alguns, se eu pudesse, se eu fosse capaz, quem me dera…
O inocente afigura-se o membro mais querido para mim, ele me faz sentir assim, homem!
Eu digo inocente, porque nada faz que eu não queira, ou que elas não queiram, ou queiram!
Digo inocente porque o mundo é de retas e curvas, de montes e vales, mares e desertos, e eu não consigo pensar sem que o sangue pulse, sem que o inocente queira a libertação, a liberdade de uma vida plena de amor.
Amor! É dessa beldade que falo e sinto!
Não é pelo inocente que sinto perdido o monte mais alto, é pelo inocente que sinto abaixo do umbigo!
Sou eu que ordeno! Ele é no ato a vontade de um cérebro!
Assim vivem os homens como eu.


José Alberto Sá

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