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domingo, 3 de abril de 2016

A minha aldeia

A minha aldeia

A minha aldeia é tão pequena
É mesmo assim…
É uma aldeia que por ser pequena
É igual ao meu jardim

Uma aldeia que tudo tinha
Tinha paz, não tinha guerra
Tinha dilema, por ser tão pequena
Era de amor a terra minha
A minha aldeia de mar e serra
A minha aldeia tinha sorriso
Tinha valor e imensa cor
Tinha crianças na rua a correr
A minha aldeia é tudo que preciso
Na saudade e no amor
Nas crianças do meu crescer

E hoje…

Fizeram-se homens e mulheres do mundo
E a minha aldeia vive agora, num tempo de espera
De um menino feito homem, feito novo!
Florescido pela semente que lá no fundo…
Fez dele alguém do povo
Que o povo escolheu! Sem saber quem ele era!

A minha aldeia é pequena… Tão pequena
Que cabe dentro da minha mão
Que cabe dentro deste meu corpo com verdade
É por ela que escrevo esta razão
Uma chamada de atenção!
Ao mundo de alguém que de novo…
Pensa velho… Num espelho com vaidade

E hoje…

A minha aldeia continua… Pequena!
… Mas um jardim enorme… O meu louvor
Os homens meus amigos, valem a pena
Os outros amigos! Aprendam, com o meu amor
Os outros dizem ser…
Dizem ter uma razão…
Talvez devessem crescer…
Como cresceu para vós o meu coração


José Alberto Sá

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