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segunda-feira, 28 de março de 2016

Rapina

Rapina

Passas lenta… Em meu seio a voar
Roças o ventre na pele branca
Amor rapina no doce picar
Com garras no corpo, no rasgar da manta
À noite pias e desafias
Passas lenta… Sinto macio em nádegas de sonho
Solto ais e suspiros,
rasgo pelos dedos a manta em tiras
E somos nudez de dois corpos,
onde te pões… Onde me ponho

José Alberto Sá


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