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domingo, 5 de julho de 2015

Mente sem se(mente), que mente

Mente sem se (mente), that mente

Sem cansaço da Minha simplicidade, olho o espelho e revejo-me mil vezes sem Conta, sem Conta-me Vejo sempre igual.
Os Olhos Cansados ​​Olham o brilho da lágrima, Por se verem incompreendidos.
A boca seca ESTÁ cansada, Pela angustia de Nao sabre Parar e de Nao Conseguir Chegar ...
O Rosto cansado, enrugado, reflecte-se no espelho que me Mostra hum Ser bom e POR vezes perdido.
Como Mãos cansadas teclam nenhuma moderno ser, sempre na Vontade de that o espelho NÃO se parta ... Em desabafo ...
Tento POR vezes deixar de ser, O Que Querem Que Eu SEJA ... O meu espelho NÃO SE embacia, continua a espelhar hum sol that Só Alguns sentem, Só Alguns veem, Uma luz Que vive no interior meu, vinda de um amor exterior.
Nao tenho Espaços medíocres não meu espelho, nao tenho visões Superiores, Inferiores NEM, não meu espelho o Nível de e doce. Por vezes oiço Uma voz grita that de Baixo Nível e Baixo Nível ... Ao Perdoo Esse eco de voz de Alguém, Que Já NÃO se ve, Que Já Não Tem espelho, that Já NÃO vive, that SOMENTE PENSA em si ... Pensa Estar não Máximo ... NÃO EXISTE Máximo!
Sem cansaço da Minha simplicidade, amo o espelho da vida, de todos, de Tudo, n'uma Igualdade sem limites ... Tudo Isto sem espelho Onde Vejo o meu Rosto ... Cansado mas feliz ... Os Olhos Cansados ​​e POR vezes incompreendidos ... Amam ... Os Meus ...
A boca Minha ... O meu Rosto ... Reflectido num espelho de amor.


José Alberto Sá

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