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sexta-feira, 18 de abril de 2014

Acende a luz... E agradece

Acende a luz… E agradece

Acendi a luz do meu candeeiro… Bom dia… Dizia a quem me iluminava
Sabia que ao colocar os pés no chão, teria de agradecer a dádiva
Abri a janela…
Lá fora a lua ainda me sorria… O escuro e o fresco da madrugada me adornavam o rosto
Ouvia-se ao longe o galo que cantava… Agradecendo também o acordar…
Fechei os olhos e agradeci… Pai Nosso Que Estais No Céu…

Acendi a luz da minha feição… O bom dia do meu coração… Abri os olhos…
Por detrás da serra o sol se fazia presente… Escondido…
Deixei-o e foi-me purificar no banho… Frescura na pele… Aromas de mel… O meu gel
Senti o deslizar da espuma… A água que corria acordava-me os sentidos…
Ali agradeci… Creio Em Deus Pai Todo Poderoso…

Acendi a luz de um corpo fresco e pronto a seguir a viagem…
O trabalho para mim era o amor, o suor da minha profissão… Era meu Pão
Vestido na maior das simplicidades… Peguei na chave que me levou à porta
Aquela chave me iria fazer sentir livre… Sair e desfrutar de tudo o que O Pai nos dá
E ao fechar, olhei para dentro de casa por instantes… Saboreei mais um pouco o calor do meu abrigo
Olhei a madeira castanho-escuro da minha porta, perguntei, Meu Deus, Porque Sois Tão Bom?

Acendi… Como acendo o sonho todos os dias… Como vivo aceso se acordo… Como desejo se me deito na luz… Como agradeço todos os dias se me levanto iluminado…

Acendi o meu coração…
A Luz… É Ele… No meu candeeiro, na minha feição, no meu banho… Todos os dias em Mim


José Alberto Sá

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