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domingo, 2 de fevereiro de 2014

Sinto-te quando sozinha

Sinto-te quando sozinha

A fogueira é a dança
Dança de ventre
O corpo sente
O corpo não mente
E o amor alcança

A fogueira é o lume
Dança de fogo ardente
O corpo comovente
Na dança de ventre
E o amor é queixume

Arde a auréola num seio teimoso
Dança de dedos inquietante
O corpo de acha folgante
O corpo naquele instante
É o amor caprichoso

Arde a loucura umbilical
Mais abaixo por entre a dança
O corpo dança
A boca tem esperança
E o amor é infernal

A fogueira arde pela ansiedade
Dança de corpo sensual
O corpo transpira
Respira em tom anormal
E o amor é gemido em liberdade

José Alberto Sá 

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