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quinta-feira, 6 de fevereiro de 2014

Dedilhados

Dedilhados

E a relevância
É para os meus olhos piscos
O teu corpo na leveza e elegância
Por isso te imagino… Sempre
Meu corpo nu… Só para ti… Contente
É para mim, como num caderno
O toque moderno
Rabiscos…

E ao te olhar nua
Refresco-me
Na intensidade física da vontade
E a mão crua
Desce como a chuva pela rua
E se humidifica no convite à loucura

E ao te olhar
Encontro facilmente
Um corpo que arde… Quente
Pronto ao toque… Que flutua
Quer amar
O espaço onde não estás
E a mão preenche o vazio
Satisfaz



José Alberto Sá

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