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quarta-feira, 11 de dezembro de 2013

Que mundo! Pobre

Que mundo! Pobre

O meu coração está aflito
Não é pela fome
Minha…
É pela fome
Vossa…
O meu coração é um salpico
De sangue que não tem
Mas que me consome
Não a minha…
Mas que me consome
A vossa…
Fome

O meu coração está ferido
Não pelo amor
Meu…
Mas pelo amor
Vosso…
O meu coração é um sentido,
que sofre aos olhos do céu
E é a dor
A minha…
Também a dor
A vossa…
Dor
Sentimento comovido

O meu coração está triste
Não pelo mundo
Meu…
Mas pelo mundo
Teu…
O meu coração somente resiste,
aos olhos do meu pecado
À insignificância
A minha…
À tolerância
A vossa…
Esperança

O meu coração baterá sempre
Não pela razão
Minha…
Mas pela razão
Vossa…
O meu coração é semente,
aos olhos de muita gente
Aos meus…
À minha vida
Aos teus…
À vossa ainda mais querida
Razão

Pobre que vive
Sem vida
Que caminha, sem andar
Que vive sem que o mundo se oponha
Pobre sem despedida
Sem mundo seu
Num céu meu… Vergonha
… Da vossa razão

O meu coração baterá…
Sempre… Ou não


José Alberto Sá

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