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sexta-feira, 29 de novembro de 2013

Não alteres o teu olhar

Não alteres o teu olhar

Arremessas-te o teu fulminante olhar
E eu caí nesse abismo onde o sol me atraiu
Escutei o teu silêncio na queda, quis-te levar
Nos braços de um homem que na tua luz sumiu

Na queda em ti, abri meu peito, rasguei o coração
Não consegui voar, simplesmente te olhei
Quase tombado aos teus pés, quase levado ao chão
Senti, que perante teu olhar… O sol ganhei

Peço-te que me olhes mais vezes na minha queda
Não tenho medo do abismo, se lá estiveres
Sou o cego por amor, louco em lavareda

De olhos regalados somente para ti, se me quiseres
Olhos meus que te amam, de cima a baixo, direita ou esquerda
Vontade que peço, que nesta queda nada alteres


José Alberto Sá

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