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segunda-feira, 16 de setembro de 2013

Perdi-te amor... Quero-te amiga...

Perdi-te amor… Quero-te amiga…

E no tempo que passou, eu não dei de conta
Falaste-me e eu não te respondi
Acenaste-me e eu pensei ser um adeus
Conta… Conta…
Conta-me mulher como foi esse tempo aí
Esse passado que hoje me arrependo… Ponteiros meus

Disseste-me que passou, mas eu não entendo
Não entendo esse tempo que te levou
Levou de mim essa candura que me vai roendo
Pedaços, estilhaços de uma granada que sou

E no tempo que passou, eu não dei pelo contar
Contas que me fizeste
Poemas que me recitaste
Conta… Conta…
Conta-me outra vez desse passado pulsar
Desse tempo onde me quiseste
E eu… Não soube aproveitar… Por ser um traste

Disseste-me que contaste, não ouvi
Contas que em meu corpo tatuaste
Palavras que me quiseste ofertar
E eu… Não soube acompanhar quando te vi
Conta… Conta…
Conta-me só mais esta vez, porque me deixaste
Naquele momento que triste me viste… Chorar
Conta-me… Eu conto o que escrevi

Assim… Olá amor…
Perdoa-me, por não saber estar à altura
Perdoa-me amor, por não te ter levado comigo
Hoje estou aqui… Neste corpo que o medo segura
Um ser que não soube levar a coisa mais pura
E ser teu… Seres minha… Que amargura
Perdoa-me amor… Deixa-me ser teu amigo

E no tempo passado, sem retorno, sem inversão
Deixa-me ser…
Deixa-me ter…
Deixa acontecer…
A vontade que chora em meu coração
Hoje, somente quero que me cumprimentes
Que me digas um olá
Com esse teu perfume de rapariga
Serei feliz com teu sorriso, eu te sinto, tu me sentes
E no tempo passado… Serei o amanhã
Olá amiga…


José Alberto Sá

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