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segunda-feira, 20 de maio de 2013

O teu veneno...


O teu veneno…

Sem dúvida,
que sinto o libertar da serpente
Sem dúvida que te imagino no serpentear
E sem explicação ser surpreendente
Por não ter dúvida, que nesse deslizar te consigo amar
Meu veneno…
Meu silvar atraente de uma língua sedenta
Serpente erguida no reflexo do espelho
O brilho de um sol que és tu
Meu veneno…
O elixir de um coração que não aguenta
Serpente corada pelo calor, rosto vermelho
O brilho de um sol, corpo nu
Meu veneno…
Que à minha vontade se aparenta
… Sem dúvida, que sou teu sósia no amor
Sem dúvida, que te converteste em flor
Até consigo sentir o teu cheiro
Serpenteando sem dúvida, pelo teu corpo pioneiro
Meu veneno…
Que amo, que não me deixa só
Que adoro e ao qual sou imune
Meu veneno…
Que desejo sentir dilacerar sem dó
O amor que sinto por ti e ao qual não estou impune
… Sem dúvida, que és a superfície da origem
Do olhar único que te faço e tu não esqueces
Sem dúvida, que és para mim a virgem
Do olhar único que me ofereces
Meu veneno…
Que sem dúvida me envenena
Sinto-me teu envenenado
Sou sem dúvida o que na pele vale a pena
Sem dúvida uma mudança, na pele de um apaixonado

José Alberto Sá

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