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domingo, 3 de março de 2013

À NOITE



À NOITE


Bruscamente, descendo, a noite veio
Uma agonia que entrava em meu coração
O dia tinha partido, a noite era o anseio
O desejo de um sol que habita o meu coração

Tristemente via a vida passar... Passar por mim
Sem alegria, num coração prisioneiro
Como uma luz fundida, na tristeza do seu fim
Uma flor perdida no chão frio, sem canteiro

A vida sem ti, sem tua luz é vazia
Oca sem valor, sem existência
Perdido na noite rezei... Pedi alegria

Uma voz me falou e me pediu paciência
A dor passou, a luz me aqueceu, algo existia
Aquela voz, aquela luz, eras tu na minha essência

José Alberto Sá

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