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terça-feira, 12 de fevereiro de 2013

Doido ou maluco amo a poesia


Doido ou maluco amo a poesia

Sou um prisioneiro da poesia
Uma mania...
Tal como na prosa
Uma teimosia em tudo vaidosa
Telepatia, quando me apetece,
gritar para que o chão trema
Talvez valha a pena
Dizer palavras que por vezes não quero
Palavras saídas de alguém sincero
Mas doido...
Doido por poesia
Sou um destemido sem alergia
Pela dança da letra
Uma arrelia
Que amo sem pressa
Dançando de papel e caneta
Sozinho para vocês
Mas...
Sou doido... Tarado talvez
A tal ponto que imagino lá fora
Os carros devorando a estrada
Os prédios gritantes de gente
Não dou por nada!
Sou o inquieto de toque dormente
De caneta na mão... Somente
Somente sou doido
Por anjos escritos na minha página...
Aleluia
Imagino mil candeias ligadas na lua
Imagino rios de tinta na minha mente
Nua! Sim nua!
Assim vejo... Palavras em sintonia
Porque amo a poesia
Sou doido pela noite
Maluco por ela, durante o dia

José Alberto Sá

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