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sexta-feira, 14 de setembro de 2012

Uma lágrima sozinha


Uma lágrima sozinha


Uma gota orvalhada pela manhã
Esgotada de saudade
Uma lágrima que ao céu brilhará
Sozinha perdida na sua vontade

Uma gota que ao meu mar pertencia
Sonhadora como outra gota qualquer
Uma menina de amor e maresia
Mas que sozinha sofria, como uma mulher

Mar imenso, mar de horizonte em mil gotas
Olha em volta e recebe mais uma
O tempo é a saudade onde esgotas

As horas em que amas em forma de espuma
As meninas marotas, as tuas gotas
Na esperança que um dia recebas mais uma


José Alberto Sá

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