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sábado, 14 de janeiro de 2012

Luxúria e avareza


Luxúria e avareza


Alta-roda, luxúria decapitada

Dinheiro, que no pobre é nada

Casino em tolerante girar

Rico no convento do decapitar

Casaco de peles

Dos pobres animais indefesos

Gente reles

Pobres em carinho... Na vaidade presos

Devoradores da tecnologia

Tudo pode… em mentes de avaria

Comida do pomar da malandrice

Gula sem meiguice

Sem pena de quem não tem

Do povo sem vintém

Sorrisos rasgados

De podres ocultados

Risadas danadas, vincadas

Do não saber

Do não querer

Somente ter...

Quantos se contam no riso

Quanto se gasta sem juízo

Em prejuízo da avareza

Tristeza...

Gente afortunada

Sem nada, sem saber que a vida...

É amada

Só o pobre em Deus sabe crer

...

Se és... Pensa e reparte

Viverás na felicidade

Isso é saber... É arte

Viverás em Deus... A igualdade


José Alberto Sá

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