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quinta-feira, 6 de outubro de 2011

Silenciaste-me


Silenciaste-me


Sinto as olheiras

Noites mal dormidas

De lágrimas prenunciadoras,

em nada lisonjeiras

Somente feridas

Das palavras destruidoras

Silêncio… Me pediste

Agora espero

Silêncio de rosto triste

O silenciar que não quero

O teu mar de ondas e caravelas

Se tornou calmaria

Silêncio teu,

palavras mais belas

Silêncio meu, maresia

Sentia-te como se fosses o meu espelho

Eras no meu mar, a sereia

Silenciaste-me aquele beijo,

que não dei no lábio vermelho

Silenciaste-me o sangue em minha veia

Silêncio onde te espero

Sinto tua falta, teu sorriso

Liga para mim, te quero

Fala para mim, preciso


José Alberto Sá

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