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segunda-feira, 1 de agosto de 2011

Dádiva

Dádiva

Ao olhar-te, vi teus olhos azul celeste
Ao tocar-te, senti um corpo silvestre
Ao beijar-te, recebi o amor que me deste
Ao amar-te, trocamos, o que nunca tive, nem tu tiveste
Até o simples ombro é perfeito
O normal joelho teu, é do mais belo
Teu doce falar, são plumas onde me deito
Teu corpo sedoso é caramelo
Mãos de fada, carinhosa
Teu sorriso é aroma de framboesa
Curvas de encantar em tons de rosa
Pescoço delgado, minha princesa
Dedos dos pés, em perfeição
Cabelos perfumados, pura fragrância
Amor que me dás, teu verdadeiro coração
Amor que te dou, não tem distância
Escolhi-te, meu orgulho, minha vaidade
Quiseste-me de verdade e para sempre
Hoje sou feliz, por tudo ser verdade
E da nossa árvore já termos semente
Continuas linda, esposa minha
Não sei porque te mereci, acontece
Coisas da vida, nossa sina
Dádivas de Deus, a quem merece


José Alberto Sá

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