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quarta-feira, 10 de setembro de 2014

Lacrimejar é viver

Lacrimejar é viver

Eu escrevo porque já não é ilusão... É beleza ao sol da minha visão... E por muito bela que seja a lua... Eu amo muito mais se a vejo nua…
Porque nua é a pureza…

Sim, o amor está patente nas folhas que vou preenchendo... Mas eu amo sentir olhos nos olhos, amo sentir a intensidade do arrepio, quando escrevo algo sobre o amor.
Sim, o amor é patente nas palavras negras que desenho, o amor faz parte se alguém me soube conquistar... Alguém que vive e está dentro do meu olhar...

Eu escrevo momentos, sonhos, vontades, eu tenho essa estrela a brilhar dentro de um coração que pulsa faminto... Porque vivo, porque sou este ser, porque sinto, porque sou um homem menino, que sabe sentir a rotação de um mundo, onde o sol já não vive sozinho...

Quero também ter aquela cor intensa, simples, verdadeira, capaz de olhar, caminhar, sonhar, realizar, sentir, sorrir, abraçar e amar… Até à exaustão… Serei o eloquente que assenta na intensidade da simplicidade.

Quero chegar mesmo que tenha de me colocar em bicos de pé… Por isso escrevo até sentir um encaixe perfeito… Alinhar a humildade e arrumar as extremidades afiadas da falsidade… Olho e sinto… Se me olham…

Sim, o amor… Lágrimas e sorrisos… Lacrimejares onde o fenómeno é viver no impacto real…
Eu escrevo porque já não é ilusão… É beleza ao sol da minha visão…


José Alberto Sá

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