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domingo, 18 de agosto de 2013

Quem me dera

Quem me dera

Tão simples que vivo para amar
Quem me dera ser a natureza
Quem me dera servir a terra
Ser a poesia do mar
Ser poesia e beleza
Ser amor,
ser coração, ser a luz que só ele encerra

Tão simples que vivo para abraçar
Quem me dera ser a grandeza
Quem me dera servir a serra
Ser a poesia do luar
Ser poesia com firmeza
Ser calor,
ser a mão, ser a paz e não a guerra

Tão simples que vivo colorido
Quem me dera ser a fonte
Quem me dera servir a palavra
Ser a poesia em papel florido
Ser a poesia do horizonte
Ser a cor, ser o olhar,
ser a força para que o mundo se abra

Tão simples e tão difícil assim viver
Quem me dera poder alterar
Tão simples e tão difícil assim amar
Tão simples e tão difícil assim ser
Quem me dera saber crescer
Tão simples...
... Que eu... Sou um simples nesta guerra,
onde é difícil lutar


José Alberto Sá

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