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terça-feira, 29 de maio de 2012

Porquê?


Porquê?

As palavras ditas por mim eram vontades
Porque me magoas?
Nunca menti…
Todos os gritos que dei eram verdades
Porque não me perdoas?
Olha-me e ouve-me…
Abri o jogo que sempre desabafei
Em palavras e conversas de mim para ti
Jogamos os dois, suspiros que amei
Por isso não me condenes, pelo que não partilhei
Não me acuses pelo que não fiz
Pela viagem que não dei
Pelo amor teu, que não me quis
Negas-me… Não sei a tua razão
Rejeitas-me… Não sei o teu motivo
Magoas-me o coração
E eu sofro por não ser teu amigo
Olha-me e ouve-me…
Sinto o sol sem cor
Sinto o mar sem ondulações
Sinto que ao longe vive o amor
Sinto saudades em mil perdões
Perdoa-me… Não sei porquê!
Porque te peço perdão agora
Mas…
Fala-me, olha-me… Ouve-me…
Olha a minha vontade,
ouve onde meu sonho mora
E cala-me
Com  a tua humildade
Olha-me e vê…
O amor que tenho para ti
Sente…
O sol que no meu peito não se aguenta
O calor que de ti espero
Um amor que de ti sorri
Uma vontade que de ti quero
Um amor que na minha alma rebenta
Vem…
Serei teu refém
Mas ouve o que te digo
Amo-te como ontem te amei
Amo-te como amigo
Amo-te porque quero estar contigo
Amo-te como ninguém

José Alberto Sá

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