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sábado, 9 de novembro de 2013

Meu coração escrito

Meu coração escrito

Sinto dentro de mim a maior carta de amor, podes abrir, podes tocar, podes sentir… Na verdade essa carta; sou eu.


José Alberto Sá

Poucos sentirão...

Poucos sentirão…

Poucos me irão encontrar
Poucos saberão o sabor do meu beijar
Poucos não são muitos para contar
Porque os poucos que amo,
são a luz do meu olhar

Ó imensa luz que me contempla a vida
Tu que vieste até mim, naquele dia
Mortal mas divina… Escolheste-me querida
Luz que poucos saberão… Da sua alegria

Vejo fumegar os poucos que não me falam
É ferro, o frio que alguns sentem, áspera ferrugem
Poucos… Muito poucos, são os que não me calam
Porque a luz do meu coração, não acumula morugem

Ó imensa luz que grita à ruína
Tu que me iluminas, na sagaz vontade
És amor… Muito amor para todos, na mesma sina
O tempo que para poucos é humanidade

Com poucos ou muitos, eu vivo no meu espaço
Por isso não ligueis ao que vos digo
Porque são muitos a quem dou abraço
Mas poucos, os que vivem comigo


José Alberto Sá

O meu Facebook

O meu Facebook

Não se preocupem com a beleza da minha vida, se não querem abraçar a minha luz… Estão dispensados.
Aqui habita a luz, a paz, a harmonia, a felicidade, a poesia… Não se sacrifiquem na minha página, ela é tudo e tudo nela é partilha.
A palavra ofensiva não faz parte deste pedaço de amor… As imagens obscenas e ofensivas também arreliam o meu espaço… Obrigado pelo carinho de quem sabe viver… E quer comigo conviver…

Beijinhos de Luz.


José Alberto Sá

terça-feira, 5 de novembro de 2013

A claridade

A claridade

Não estejais inquietos na procura da luz,
ela vos encontra facilmente, basta acender a chama da vida.

José Alberto Sá


Textura da tua cor

Texturas da tua cor

A água… A areia… O rio
As flores… O prado… A poesia
A paz… O coração… O brio
O conto… A prosa… A magia

Voa filha de Vénus ternurenta
Adoça a pureza no vestido transparente
Leva-me pelos suspiros, vontade sumarenta
E dizei-me que o amor nasceu da semente

A água… O trigo… A nascente
As flores… As nuvens… O céu
A paz… A inspiração… A mente
O conto… O olhar… O meu

Voa filha do fado cantiga
Adoça a voz na poesia que voa
Leva-me pela candura do teu perfume… Amiga
E dizei-me que o amor não nasce à toa

A água… A beleza… A nudez
As flores… As palavras… O amor
A paz… O abraço… A tua vez
O conto… O meu beijo… Meu louvor

Voa filha da minha inspiração
Adoça a luz de uma porta aberta
Leva-me pela estrada… Teu caminho… Meu coração
E dizei-me que a vontade é amar um poeta

A água… A luz… Que me desperta


José Alberto Sá

De onde somos?

De onde somos?

Na luz da vida,
ou somos verdadeiros ou não pertencemos aqui.


José Alberto Sá

Ilumina-me

Ilumina-me

Morrendo a minha luz, que faço eu aqui?
Dá-me um pouco de luz amor.


José Alberto Sá