Boa noite
Partilho com os amigos o meu primeiro dia de férias.
Minhas sobrinhas são a alegria no mar
Com elas sinto o brilho do sol a raiar
Uma é luz, a outra claridade.
Com elas a vida se vive com intensidade
Se uma sorri é alegria
Se outra me chama é magia
Com elas a vida é poesia
José Alberto Sá.
Beijinhos/abraços
Os meus olhos são a luz que ilumina a minha mente, eles guardam as imagens da minha vida e o que viram terá de ser relatado. Se não o fizer não faz sentido a minha existência, escreverei no papel com a luz dos meus olhos e no fim cegarei em paz.
terça-feira, 6 de agosto de 2013
Eu sou do tempo
Eu sou do tempo
Do único tempo
Do tempo sem tempo para mim
Mas com tempo, superarei o tempo
Esse mimoso rodar,
que sabe contar
Num tempo, que com tempo
Será meu jardim
Romperei a luz do dia
Sem romper a luz da aurora
E á noite beliscarei o ponteiro que trás a magia
Num relógio com noite e dia
Onde o tempo, terá que ter tempo
Só um momento
Que seja um tempo que chegue
e não vá embora
Escreverei com gravetos
Palavras com tempo no meu chão
E no tempo que conta o beliscar de um coração
Será tempo de poesia, onde a luz se mistura em sonetos
Tempo contado ao segundo
Minutos de alegria
Horas de amor, no tempo do meu mundo
Lavo a alma nestas palavras
Contadas no decorrer do meu tempo
Ele não para, somente pulsa as vontades raras
Raras vezes contadas no tempo da paixão
Onde o amor se atira frenético
Beijos e abraços de emoção
Este tempo que me quer assim
Num tempo magnético
Num tempo que te quer colada a mim
José Alberto Sá
domingo, 4 de agosto de 2013
Por vos ter
Por vos ter
Estou a entrar
Para vos contar
Que ando a roer, raízes de casca dura
De uma árvore que me leva a contar
Folha a folha de cor branca sem luar
Folhas lavadas em sorrisos,
de quem não me atura
Estou...
Estou a escrever
Para vos contar
Que não basta sonhar
É preciso amar para se ter
A raiz que nos apetece roer
E subir pela árvore branca sem luar
Para sentir em cada folha dura
Que amar é saber levar,
a mão que nos segura
Estou...
Estou a tragar
A provar do vinho
Do mosto
Que a meu gosto
Nasce da raiz de um belo nascer
De uma árvore de branco linho
Onde fui buscar a luz do amanhecer
Para sentir em cada folha branca
A vontade que me encanta
Para vos escrever
Estou...
Sentindo a raiz
Que se levanta do meu pé
A copa de uma árvore frondosa
O escrever que sempre quis
O amar a luz na minha fé
E a vos levar a palavra mais gostosa
O meu querer
Estou aqui...
Somente por vos ter
José Alberto Sá
sexta-feira, 2 de agosto de 2013
Boa noite
Boa noite
Nas areias de um mar meu
Sentirei o perfume no azul do mar
A brisa... As ondas... O céu
A poesia... A luz e eu
A sonhar...
José Alberto Sá.
Beijinhos/abraços
Nas areias de um mar meu
Sentirei o perfume no azul do mar
A brisa... As ondas... O céu
A poesia... A luz e eu
A sonhar...
José Alberto Sá.
Beijinhos/abraços
Aos quatro ventos
Aos quatro ventos
Lancei aos quatro ventos
O que na realidade me leva
até ti
Não é um jogo
É uma luz de um olhar que
absorvi
Um sorriso, uma palavra… Fogo
Lancei sem tabu
Os sentimentos que me
acariciam
Como se fossem a pele interior
O meu amor
Que no doce corpo nu
Imagino o mar, o vento na
praia
E me fazem desejar, ver por
debaixo da saia
Confesso… Que não me
arrependo
Quando ela me mostra tudo
Não fico cego
Não fico mudo
Somente sinto o brilho nos
ventos que aprendo
Nesta luz que lancei aos
quatro ventos…
Não nego
Lancei a minha paz
Pela visão tresloucada
Uma donzela… Minha amada
Uma cara, um sorriso que me
satisfaz
E neste lançar de diálogo
sobre a linda obra
Me apeteceu fazer subir a
minha tensão
Os ventos de suão,
que ao levantar a saia, fazem
com que eu veja
a perfeição da dobra
… Dobra e atrofia o meu
coração
Lancei aos ventos o meu amor
indivisível
O maior segredo que quero
guardar
Poder amar
Completamente, sempre que me
for possível
Por isso lancei aos quatro
ventos
Os meus sentimentos
Porque na candura… És
Irresistível
José Alberto Sá
quinta-feira, 1 de agosto de 2013
O azul da vida
O azul da vida
No chão a carne rebola
impregnada
de tinta azul, que salpica na
parede
No chão desenhos de fada
Na tinta rasgada
Pelo corpo nu que rebola pela
sede
A impressão corporal…
Onde o corpo é fome de olhos
brilhantes
A vontade carnal
Que na humidade do chão
Sente o puxar de uma mão
Caída na tinta como amantes
Eles… Os corpos querem mais…
No chão a tinta se esconde na
fresta
Gozo absoluto
Risos como gemidos a tinta na
testa
Bem dito o fruto
O azul dos céus
O azul de um mar que me chama
O azul poético do pensar que
é meu
No chão de tinta que o corpo
reclama
Gestos precisos, quando a
delicada mão tapa
E ali a tinta desliza
Macio e delicado no azul de
quem rapa
E se mostra no chão de tinta
sem camisa
Na superfície o azul
sobressai
No fundo o azul se aclara
Por dentro a pureza não tem
azul…
Somente um ai
É nesta cor que me vejo e te
beijo na cara
Assim vestida de azul és arte
Sinto-me leve… O melhor
pintor
Com tinta ou sem tinta de mim
fazes parte
E o azul deste chão é o azul
do céu,
é o azul do amor
Eles… Os corpos querem mais…
Sentem suores na tinta
escorrida
A mesma que me leva ao céu azulado
Um ser apaixonado
O azul da vida
José Alberto Sá
quarta-feira, 31 de julho de 2013
ausente
Boa tarde,
Hoje estarei ausente
Durante a luz branca do luar
Não vos levo fisicamente
Mas em meu coração ireis estar
José Alberto Sá.
Beijinhos/abraços
Hoje estarei ausente
Durante a luz branca do luar
Não vos levo fisicamente
Mas em meu coração ireis estar
José Alberto Sá.
Beijinhos/abraços
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