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quinta-feira, 12 de abril de 2012

Metamorfose


Metamorfose


D erreto-me por sentir-te

E levo-me por querer-te

R ogo-me por pedir-te

R evejo-me por ter-te

E ntão…

T ransformo-me em alma

O meu ser é por ti transformado

-

M esclado pela calma

E m ti e por ti sou amado


P arti para me transformar

O nde te encontrei

R azão pelo meu amar


T ransformação que amei

I man deste derreter


A ssim serei

M esmo que me transforme

O meu ser está enorme

R ealmente me transformei


Porque amo e amarei


José Alberto Sá

Falsidade...


Falsidade…


Ser malicioso…

Duas faces na mesma cara

Gente rara!

Ser tenebroso…

Duas versões na mesma face

Gente sem disfarce!

Apertos de mãos escondidas

Dez dedos…

Medos!

Mentes feridas

Sorrisos disfarçados

Tonalidade amarela

Rosto sem janela!

Tarados…

Donos do vazio…

Reis da arrelia

Mentes com mania

Corpos sem equilíbrio… No fio

Vontades de gostar, sem gosto

Cara sem rosto…

Pessoas perversas

Que falam sem conversas

Dizendo que são…

Mas não!

São a vergonha do mundo

São o poço sem fundo

As mentes do mal

Ordenam sem poder

Pensando fazer sofrer…

Gente animal…


José Alberto Sá

quarta-feira, 11 de abril de 2012

Eu...


Eu…


J ovem respeitador

O lhos claros, verde tom

S ensível de coração

É um sonhador


A lma aberta

L iberto na expressão

B ondoso e carinhoso

E stimado poeta

R esponsável, amigo do irmão

T eimoso

O amigo escritor


S audável e ambicioso

Á razão do seu amor


José Alberto Sá

Ser poeta...


Ser poeta…


S entir…

E levar a alma

R ogar pelo sorrir


P oetizar na calma

O uvir para que nos oiçam

E screver sentimentos

T atuar palavras que baloiçam

A lmas que vêm dos ventos


É


S ervir a sorrir

A mar sem amor

B ater sem ferir

E mbriagar pensamentos

R emar contra a dor


S aciar-se de vontades

E ncaminhar as palavras

N ortes e discernimentos

T emer as vaidades

I r por campos onde lavras

R ecitar na vida aproveitar os momentos

Ser poeta é saber sentir

Saber ser poeta

É…

Aproveitar a porta aberta

Sorrir… E o seu coração abrir


José Alberto Sá

Sonhei


Sonhei


Precisei olhar a distância

Sentei-me no banco de jardim

Fechei os olhos para sentir a fragrância

Dos odores que vinham até mim

Lá longe no meu pensamento

Loucuras vindas no vento

Uma borboleta me sorria

Era da cor do sol…

… Tinha o perfume do girassol

Ela… Iluminou o que eu sentia

A distância se aproximou

Tudo mais perto ficou

Quando a linda poisou no meu ombro

… Que assombro!

Numa voz que ao ouvido me sussurrou

Te amo amor…

Te quero amor…

Te desejo amor…

Ali no momento… Tudo parou

Meu coração acelerou

Mas não abri os olhos… Queria tudo sentir

Sentir o perfume de quem me falava

Medo de a perder

Então…

Novamente senti aquela voz dizer

Sou eu bebé…

Sou eu amor…

Abri os olhos não quis mais saber

Olhei-a nos olhos… Estava de pé

Uma menina borboleta… Uma flor

Que de sorriso rasgado

Mostrou-me o seu amar

Meu Deus! Estava apaixonado

Senti a luz da lua a força do mar

Abracei a minha borboleta

Ela me abraçou na luz de um cometa

Eu a beijei…

Beijei…

… Sentado acordei!

Tinha dormido naquele banquinho

Tinha sonhado naquele jardim

Olhei em volta… Dois namorados

Olharam para mim…

Admirados…

No meu ombro umas asas batiam

Asas que tudo me diziam

Que os sonhos podem ser realidade

Se amarmos de verdade


José Alberto Sá

segunda-feira, 9 de abril de 2012

Amor Primaveril


Amor primaveril


F ascínio primaveril

L ugar de mil cores

O ndas mil

R ebentos nascendo

E levando no céu, quantos amores

S ensações que vou absorvendo


E is o amor... Primavera


A s aves brincam no céu celeste

M eu amor... Ai quem me dera

O uvir-te cantar a canção que me deste

R ecito este calor

E is o amor...

S ensacional o teu sorriso


P rimavera de loucas fragrâncias

R egresso das andorinhas

I magem do amor que preciso

M eu encortar de distâncias

A ves e flores, vós sois minhas

V inde e comigo dançais

E ste cântico, este louvor

R ego a vontade da mente

I man do amor que produz...

S emente


E u...

U m ser de amor

E

T u...

U ma flor


José Alberto Sá

sábado, 7 de abril de 2012

A tua canção


A tua canção


O ar trazia-me o som

Misturado com o vento

Uma melodia de amor

Respirei toda a canção

Chegada na clave do tempo

De olhos fechados, amei o calor

A brisa quente da tua voz

Quanta pureza na tua garganta

Olhavas o céu e cantavas... Coisas de nós

Quanta força do teu peito

Cantiga de amor... Na voz de uma santa

Senti cada nota musical

Abracei cada brisa perfumada

Amei de ti cada sinal

Numa canção por ti cantada

Estava só... Mas rodeado de melodia

Sabia que tu em mim pensavas

Então a noite se fez dia

Pela luz das palavras que mandavas

Oh... Como te respirei

Enchi meu peito de vontade

Queria voar na tua emoção

Oh... Queria te dar tudo que eu sei

Cantar contigo, matar a saudade

E ser contigo a mesma canção


José Alberto Sá