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quinta-feira, 30 de maio de 2013

Boa noite

Boa noite

Hoje a noite me chama
Vou em sonhos, partilhar a minha luz
Amanhã acordarei na vontade de quem me ama
Essa imensa vontade em amor, que é Jesus

José Alberto Sá


Beijinhos/abraços

E porque não te tenho

E porque não te tenho

Não quero imaginar o beijo na pedra
Nem sentir os traços abstractos
Do frio que neste momento me impera
Sem te ouvir, sem te ter… Inflamados contactos

Vamos… Eu não sou o falso artista
Vamos… Eu não sou o falso pintor
Vamos ilustrar a nossa conquista
Vamos… Eu e tu… Meu amor

Não quero somente ser fotógrafo de um sorriso
Nem sentir na foto o brilho sem claridade
Rosto e corpo imóvel… É de ti que preciso
Pois somente é luz, se estiveres de verdade

Vamos… Eu não sou o falso instante
Vamos… Eu não sou um segundo, um momento
Vamos captar as ondas, de um amor cativante
Vamos… Eu e tu… De mãos dadas pelo vento

Quero sim, ser a simplicidade do teu sentir
Quero sim, ter o sucesso das tuas vontades
Uma mão que me toca, um lábio a sorrir
Um olhar que ilumina as tuas realidades

Vamos… Eu sou o artista no papel
Vamos… Eu sou o artista em poesia
Vamos saborear nosso pão com mel
Vamos amor… Sentar-nos à mesa com alegria


José Alberto Sá

quarta-feira, 29 de maio de 2013

Boa noite

Boa noite

São pirilampos
São estrelas, são miminhos
São as flores nos campos
São amores, são carinhos

Tudo me envolve em harmonia
Pirilampos que na noite passam
O sol ao nascer o dia
Os amigos que me abraçam

José Alberto Sá


Beijinhos/abraços

Incrivelmente perdido

Incrivelmente perdido

Mata-me
Eu não aguento este desejo
Mata-me
Nem que seja só com um beijo
Eu não quero viver assim
Eu não te quero sentir,
longe de mim

Mata-me
Eu não aguento mais sofrer
Mata-me
Se não te consigo ter
Eu não aguento mais
Eu não te quero imaginar
Em sentimentos lacrimais

Mata-me
Eu não aguento o meu caminhar
Mata-me
Nem que seja com um olhar
Eu não aguento o coração
Eu não te quero perder
Meu amor, minha razão

Por isso…

Mata-me
Eu não sei estar sozinho
Mata-me
Nem que seja só um carinho
Eu não aguento este espaço
Eu não quero esta solidão
Vou para ti, diz-me como eu faço

Ou então…
Salva-me, dá-me a tua mão


José Alberto Sá

Voar contigo

Voar contigo

Deixa-me andorinha, sentir o teu olhar
Deixa-me andorinha, ver se também eu sei voar
Quero que tu saibas, que também conheço o céu
Esse azul de mar, igual ao perfume teu

Deixa-me

Deixa-me cantar, nas ondulações do teu chilreio
Deixa-me andorinha, voar para teu seio
Quero que tu saibas, que também sou bom cantor
Cantos de anjo na luz do amor

Deixa-me

Deixa-me ser, ser o teu companheiro
Deixa-me voar, sentir o teu vento e ser o primeiro
Quero que saibas, que a tua companhia é a vida
A tua, a minha, num voo sem despedida

Deixa-me

Deixa-me andorinha, voar no teu vento
Deixa-me andorinha, a vida passa, é pouco o tempo
Quero que saibas, que mesmo não deixando
Voo contigo em sonho e te vou amando


José Alberto Sá

terça-feira, 28 de maio de 2013

Um rosto

Um rosto

Um rosto que me olhava
E me fazia adivinhar
Ter medo, ter frio… Ou desejo
Olhar a ilusão que me levava
E me fazia pular
Erguer a digna vontade de um beijo

Um rosto que me iluminava
Luz radiante, cor de romance
Consciente do orgasmo do olhar
Tudo raiava
Tudo era um doce ao meu alcance
Fez-me adivinhar

Um rosto, um sorriso, uma luz
Anatomia do amor
No peito uma cruz
Repousava nas pétalas da flor
Um rosto, um decote expressivo
Bizarro era o que sentia na entranha
Uma vontade tamanha
Que em arte era decisivo

Um rosto, um decote e muito mais
Censura…
A minha visão pelos contornos da candura
O céu dos pardais

Um rosto que fez surgir do nada
Algo jamais visto
E parada
Fez erguer o já previsto
Um rosto que me olhou
E me levou


José Alberto Sá

Se eu fosse o caminho

Se eu fosse o caminho

Se eu fosse o caminho
Sentiria cada passo teu
E em cada sentir, faria carinho
Um carinho da cor do céu

Se eu fosse…

Se eu fosse… Sentiria amor
Se eu fosse caminho, seria terra
Seria o bem feitor
Seria o abraço e não seria a guerra

Se eu fosse…

Se eu fosse um caminho
Sentiria cada segundo, cada batida
Um coração vermelho carmim
Um olhar, uma luz se passasses por mim

Se eu fosse…

Se eu fosse… Era para ti
Para ti querida…
Em passos de luz
Seria caminho, seria a vida

Se eu fosse…

Seguiria teus passos, pelo amor que te conduz
Se eu fosse o teu caminho
Seguiria com carinho
Em direcção a Jesus


José Alberto Sá

segunda-feira, 27 de maio de 2013

boa noite

Boa noite

É noite e lá fora as estrelas brilham
Irei lembrar no meu sonho
Que os amigos são a luz e  maravilham
Uma luz celeste, esse amor onde vos ponho

José Alberto Sá


Beijinhos/abraços

Estou aqui

Estou aqui

Mesmo que não me procures
Já é impossível eu não te encontrar
Mas... Não me atures
Pelo simples facto de eu te amar

José Alberto Sá

Fetiches da lua

Fetiches da lua

Corpo tenso
Amarrado no brilho da loucura
Pelo desabotoar de cada botão
Quando já nem penso
Nas mãos que amarram com ternura
Os olhos fechados em alucinação

Imagino na minha tensão
Cordas nos pulsos… Fetiche fascinante
Corpo tenso em sofreguidão
Complacente impulso de amante
Até ao fim da vontade em cada mão

Desamara-me por favor
Sinto uma evasão surda que me grita
Êxtase, clímax… Amor
Amarras de voltas dadas, vontade aflita
Num corpo tenso de suores sem cheiro
Amor intenso… Onde já nem se pensa
Amor que compensa…
Por inteiro

Corpo tenso
Onde nem a respiração se sente
Gritos, gemidos, pasmos e loucura
Um corpo solto mas intenso
Um corpo amarrado que não mente
Ambos os corpos na mesma procura

Corpo teu que sente o meu, quando amarrado
Teu corpo solto pela consciência pura
Corpo nu branco e macio… Doce e nua
Fetiches de um apaixonado
Num corpo de luar emoldurado em mim
Fetiches da lua
Eu digo que sim…



José Alberto Sá

De trapos

De trapos

Despida
Cara rosada
Inerte
Querida
Calada
Menina que me diverte

Uma calcinha
Uma camisa
Meias de algodão
Pele branquinha
Cabeleira lisa
Silêncio no coração

Olhos de azul esverdeado
Sobrancelhas desenhadas
Lábio carmim
Sapatos apertados
Deitada sobre mim

Menina silenciosa
Sou um louco por ti
Boneca de trapos,
menina vistosa
que um dia eu vesti


José Alberto Sá

domingo, 26 de maio de 2013

Boa noite

Boa noite

... Fantasia...
Sonhos do meu anoitecer
... Alegria...
Manhãs de perfumado nascer

José Alberto Sá


Beijinhos/abraços

Amor

Amor

Fazer amor
A borboleta voa para o seu amante
Ambos se entregam num voo apaixonante
E se deitam na mesma flor

E fazem amor

Fazer amor
O colibri voa para a sua amada de coração
Ambos se entregam na paixão
E se deitam na luz das suas penas, o mesmo cobertor

E fazem amor

Fazer amor
O ser que existe em mim também voa para sua amada
Ambos nos entregamos num voo de alma entrelaçada
E nos deitamos na mesma cama, com o mesmo fervor

E fazemos amor


José Alberto Sá 

sábado, 25 de maio de 2013

ausência

Hoje estarei ausente, voltarei amanhã.

Vivam cada segundo sentindo vosso coração
Em cada batida estendam vossa mão
Vivam cada momento em união
E sejam felizes, desejos de um irmão


José Alberto Sá

Beijinhos/abraços

sexta-feira, 24 de maio de 2013

Boa noite


Boa noite

Este mar que me leva a sonhar
És tu
Tu que me sentes ao olhar
Vem-me buscar
E sente a humidade no corpo nu
Tu, que sabes amar

José Alberto Sá

Beijinhos/abraços

A ARTE


A ARTE

Quis eu imitar a arte natura
Então imaginei
As minhas mãos no violino
Curvas tacteadas a toda a largura
Acordes de dedos que ao som deslizei
Na voz muda dos gemidos, o meu hino

Quis eu imitar a arte erótica
Então imaginei
Meu olhar pela fruta madura
Luz hipnótica
Que pelos acordes que dei
Num violino frutado pela candura

Quis eu imitar a arte do amor
Então imaginei
Um corpo nu vestido de sol
Violino extasiado pelo calor
Embebido no suco da fruta que roubei
Num acto de loucura em claves de sol


José Alberto Sá

Feminino


Feminino

É bom
É bom ter algum ciúme
O nu é belo
Tem som
Perfume
Caramelo

É profundo
O corpo da mulher
Amor sentido
Um louco mundo
E se ela souber
Apetecido

É única
Intensa no prazer
Vestida
Ou sem túnica
Ela me faz estremecer
Querida

José Alberto Sá

quinta-feira, 23 de maio de 2013

Boa noite


Boa noite

A moldura abraça-me e me reveste de luz
Sinto um jardim envolto de aromas coloridos
Tal como o amor se reveste de Jesus
Na moldura dos meus braços, com vós amigos

Assim me deito de braços em oração
Assim me sinto bem durante o sono
Sentirei as batidas do meu coração  
Deixando o acordar nas Mãos de Deus... Nosso Dono

José Alberto Sá

Beijinhos/abraços

Ondas do nosso mar


Ondas do nosso mar

Sim és tu
E tu não vês
Que eu sou, aquele que te levou
Eu nada disse… Estava nu
Eu acreditei que talvez
Talvez, por te ter levado
Eu seria mais do que aquele que sou
Seria outro amado

Sim és tu
E tu não vês
Mas eu sou aquele que te amou
Eu nada disse… Em lágrimas, sentia-me cru
Eu acreditei mais uma vez
Mais uma vez, por te ter olhado
Eu seria mais do que aquele que te levou
Seria outro apaixonado

Sim és tu
E tu não vês
Tu não vês
Que me fazes falta, estás tão distante
Sim és tu… Que mais uma vez
Te ausentas a cada instante
Tu que me falas com o olhar
Tu que em palavras me dás a saber
Que o amor são ondas do nosso mar
E tu que não me queres… Mulher


José Alberto Sá

Tudo em ti é bom


Tudo em ti é bom

Tens no ventre uma onda branca
Tens um céu, onde és a estrela
Tens na boca o vermelho que me encanta
Tens um mar, onde levas a caravela

Tens tudo… E tudo é tão bom

Tens um mundo que em ti nasceu
Tens no olhar o astro sol
Tens um perfume que já é meu
Tens no amor, a cor do girassol

Tens tudo… E tudo é tão bom

Tens nos seios o sabor da lua
Tens um corpo de sensações
Tens na alma a candura, pura e crua
Tens um sentir que mexe corações

Tens tudo… E tudo é tão bom

Tens um calor imenso sem explicar
Tens no amor a perfeição de provocar
Tens um carinho no céu, na terra, no mar
Tens no sorriso a vontade de me procurar

Tens tudo… E tudo é tão bom

José Alberto Sá

quarta-feira, 22 de maio de 2013

Boa noite


Boa noite

Minhas mãos recebem amor
Minhas mãos partilham sonhos de luz
Minhas mãos se iluminam pelo calor
Das mãos dos amigos, que me oferece Jesus

José Alberto Sá

Beijinhos/abraços

Uma janela depois de amar


Uma janela depois de amar

Depois…
Quando a vejo na cama
Fico parado algum tempo
Olho-a e imagino que é uma janela
De cortinas cor da chama
Vidros transparentes da cor do vento
Nua… Eu e ela

Os lábios são uma rosa que tombara
no céu azul, a cor do lençol
Os seios sobressaem acima do horizonte
Está sol,
vê-se no branco do seu sorriso
Cor da neve, no aveludado da sua cara
O umbigo é a concha de amêijoa
A combinação da minha imaginação
Ali parado… Beijo-a

Não quero perturbar o seu descanso… parece a lua
O monte de vénus despido
Branca, linda, doce… nua
Eu… ali parado… Dever cumprido
Olho-a feliz, sinto paz, momento perfeito
O acto, o envolvimento… Eu e ela
Aquele corpo que há pouco se colara no meu peito
E me fez imaginar o mundo para lá da janela

José Alberto Sá

Olhos de luz


Olhos de luz

Para mim poeta,
são os olhos
São os olhos que me falam
Fervente é o muco húmido de folhos
Que escorre pela face dos que calam

Para mim poeta,
os olhos trazem sabores
Partículas de amor, que voam de um olhar
Os olhos me dão a sensação do calor
São os meus olhos, meus amores
Que para mim poeta,
são olhos de olhar
De amar, adorar, desejar,…

São eles que sentem o frio, a distância
Olhos famosos pelos sentidos
São eles que olham e sentem a ganância
E roubam a luz ao fazerem amor
Em trocas sedentas entre eles… Se perdidos

Para mim poeta,
os olhos são mãos e dedos
São o papel e a caneta na carta de amor
São o orgulho, o carinho… Enredos
Onde me perco e me sacio sem pudor
Olhos misteriosos e penetrantes
Olhos que ensinam o poder da carne e da alma
Olhos de poeta… Instantes
Olhos de poeta… Que exaltam o poder da calma

Para mim poeta,
os olhos são o relevo de cada deslizar
Para mim poeta,
os olhos afogam a solidão
Se choram de amor, se choram de dor
Os olhos se fecham perante o poder da cruz
Ou dançam no teu sorriso,
ou ama o teu coração
Para mim poeta, os olhos são… A luz

José Alberto Sá

terça-feira, 21 de maio de 2013

Ausência


Ausência

De coração me abro em tons de rosa
Na ausência que hoje se fará
Ausente nas palavras, mas de mente ansiosa
Regressarei com o mesmo coração... Amanhã

José Alberto Sá

Beijinhos/abraços

segunda-feira, 20 de maio de 2013

Boa noite


Boa noite

No preto e no branco... Procuro a união
Sem cor ou com cor... Procura a reflexão
Com Lua ou com sol... Procuro-te querida
Com sonho e realidade... Encontro o amor da vida
E juntos nos iremos deitar
E juntos sonharemos
E juntos vamos acordar
E juntos amemos
Assim é a vida na paz e na perfeição
Assim tal como o pulsar do coração
Assim é o amor para o qual nascemos
Assim é o mundo se nele crescermos

José Alberto Sá

Beijinhos/abraços

O teu veneno...


O teu veneno…

Sem dúvida,
que sinto o libertar da serpente
Sem dúvida que te imagino no serpentear
E sem explicação ser surpreendente
Por não ter dúvida, que nesse deslizar te consigo amar
Meu veneno…
Meu silvar atraente de uma língua sedenta
Serpente erguida no reflexo do espelho
O brilho de um sol que és tu
Meu veneno…
O elixir de um coração que não aguenta
Serpente corada pelo calor, rosto vermelho
O brilho de um sol, corpo nu
Meu veneno…
Que à minha vontade se aparenta
… Sem dúvida, que sou teu sósia no amor
Sem dúvida, que te converteste em flor
Até consigo sentir o teu cheiro
Serpenteando sem dúvida, pelo teu corpo pioneiro
Meu veneno…
Que amo, que não me deixa só
Que adoro e ao qual sou imune
Meu veneno…
Que desejo sentir dilacerar sem dó
O amor que sinto por ti e ao qual não estou impune
… Sem dúvida, que és a superfície da origem
Do olhar único que te faço e tu não esqueces
Sem dúvida, que és para mim a virgem
Do olhar único que me ofereces
Meu veneno…
Que sem dúvida me envenena
Sinto-me teu envenenado
Sou sem dúvida o que na pele vale a pena
Sem dúvida uma mudança, na pele de um apaixonado

José Alberto Sá

domingo, 19 de maio de 2013

até amanhã


Boa noite

Não é o cinzento do nevoeiro,
que me faz escurecer o amor
Não são as gaivotas de um mar revolto,
que me fazem sonhar
São as flores de amanhã,
que ao nascer do sol me levam calor
São as ondas do mar,
que nas areias ao desmaiar,
me levam a acordar
Para viver, trabalhar e amar

José Alberto Sá

Beijinhos/abraços

Desfloro a vontade


Desfloro a vontade

Desfloro o malmequer
Virgem... Imaculada
Artista impune... Doce mulher
Loucura translúcida... Minha amada

Desfloro...

O ímpeto desejo no íntimo do teu botão
Pólen... Que nas pétalas se deixa beber
Imploro...
Já não és a minha invenção
És a virgem poderosa do meu querer

Tu... Que seduzes o artista
Palavras com símbolos violeta
Erotismo na mão... Quando dança a caneta
E com amor me fazes olhar para ti

Solta-me a vista
Solta-me o olhar...
Choro...

Choro se desfloro a vontade
Na imaginação que o meu cérebro te oferece
... Uma vaidade
De te ter perfeita... Num tempo de agora
Um agora... Onde tudo acontece
E o malmequer que vive em mim
Se desflora...
Com um princípio, um meio e um fim

José Alberto Sá

Uma espécie...


Uma espécie...

Sinto-me o destinado às quatro estações
Sinto o inverno quando tu não estás
Sinto a primavera se vejo os dois corações
O meu e o teu... Unidos na paz

Sou uma espécie de amor...

Sinto o verão se te olho e tu me sorris
Sinto o outono se o vento me perfuma
Sinto-me nas quatro estações,
quando o tempo me diz
Que a vida é de calor
Se houver amor, com a leveza de uma pluma

Sou uma espécie de flor...

Sinto-me o destinado às possibilidades
Sinto-me nas possibilidades a escolha
Sinto-me numa imagem com verdades
Natural como a chuva de amor, que me molha

Sou uma espécie de calor...

Sendo eu a intimidade nas quatro estações
Sendo eu a possibilidade de uma vontade
Sinto do inverno ao verão, mil emoções
Calor, frio, arrepio, amor,..., Liberdade

Sou uma espécie de valor...

José Alberto Sá

Domingo feliz

Domingo


É na paz de um sorriso que vos desejo,
um mundo de felicidade, da cor de um beijo

José Alberto Sá.